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	<title>Linux... e mais coisas</title>
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	<description>Um espaço para dizer um pouco mais sobre coisas interessantes...</description>
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		<title>Linux... e mais coisas</title>
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		<item>
		<title>twittering-mode: usando Twitter no EMACS</title>
		<link>http://hogwartslinux.wordpress.com/2011/08/16/twittering-mode-usando-twitter-no-emacs/</link>
		<comments>http://hogwartslinux.wordpress.com/2011/08/16/twittering-mode-usando-twitter-no-emacs/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 16 Aug 2011 16:54:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Emilio Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Configurações]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
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		<description><![CDATA[Faz tempo que não posto aqui&#8230; E tem alguns motivos isso: O primeiro foi o início de mais um projeto pessoal, o Aulas de C, que visa ensinar a base de C para os interessados em tal linguagem de programação. A idéia é aprender-se o que é mais interessante primeiro, e deixar tecnicidades e detalhes [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=hogwartslinux.wordpress.com&amp;blog=708751&amp;post=348&amp;subd=hogwartslinux&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Faz tempo que não posto aqui&#8230; E tem alguns motivos isso:
<div align="justify">O primeiro foi o início de mais um projeto pessoal, o <a target="_blank" href="http://aulasdec.wordpress.com">Aulas de C</a>, que visa ensinar a base de C para os interessados em tal linguagem de programação. A idéia é aprender-se o que é mais interessante primeiro, e deixar tecnicidades e detalhes mais exóticos para depois, conforme forem sendo necessários. Não é um curso mesmo, mas sim uma forma de se aprender fazendo.<br />Mas o mais importante é bem mais simples: falta de algo útil para escrever.<br />Bem, isso acabou agora.<br />Recentemente, perdi o suporte ao Echofon na minha antiga estação de trabalho Linux&#8230; Os clientes modernos nenhum pegava e os que pegavam eram antigos e/ou sobrecarregavam meu sistema&#8230;<br />&#8220;<i>O que fazer?</i>&#8220;, pensei<br />Como eu uso EMACS para várias atividades no meu dia-a-dia profissional, me ocorreu pesquisar por meios para usar o mesmo como um cliente de Twitter. E acabei encontrando o <a target="_blank" href="http://twmode.sf.net"><font face="monospace">twittering-mode</font></a>, um modo que permite ao EMACS navegar no Twitter de forma extremamente rápida e eficiente, com ícones, RT e a possibilidade de abrir-se <i>timelines</i> de outros usuários e ver-se <i>hashtags</i>.<br />A idéia aqui é explicar o básico sobre como utilizar o <font face="monospace">twittering-mode</font> e algumas dicas de uso que me ocorreram no uso diário.<br />
<h3>Instalando</h3>
<p>Você vai precisar pegar o pacote do <font face="monospace">twittering-mode</font>. Nesse caso, existe tanto a opção de baixar um <i>tarball</i> em <font face="monospace"><a target="_blank" href="http://twmode.sf.net">http://twmode.sf.net</a></font> quanto a que considero mais recomendável. Para isso, você precisará do <font face="monospace">git</font> instalado na sua máquina. Faça um clone do repositório do <a target="_blank" href="http://github.com/hayamiz/twittering-mode">github.com do <font face="monospace">twittering-mode</font></a> na sua máquina com o comando:<br />
<blockquote>
<p><code>git clone git://github.com/hayamiz/twittering-mode.git</code></p>
</blockquote>
<p>Isso permitirá que você tenha os recursos mais atuais e correções de bugs, como a possibilidade de usar o <a target="_blank" href="http://migre.me"><font face="monospace">migre.me</font></a> como encurtador de URLs e uma correção no caso do uso de um arquivo de avatares que obrigava você a limitar o número de avatares a serem armazenados.<br />Seja como for, vamos começar a instalação. Antes, porém, você precisará do <a target="_blank" href="http://epg.sourceforge.jp/">EasyPG</a> para o EMACS. No EMACS a partir da versão 23 o EasyPG é parte do mesmo. Para trás do 23, é necessário baixar ele no link mostrado anteriormente. Além disso, você precisará instalar no seu ambiente os pacotes <font face="monospace">wget</font>, <font face="monospace">curl</font>, <font face="monospace">openssl</font> e/ou <font face="monospace">gnutls</font>, além do ImageMagick para os avatares e do GnuPG, que será usado para que não precisemos fazer autenticação OAuth toda santa vez. Sugiro que, por via das dúvidas, instale todos eles. Uma coisa a se mencionar, antes de seguirmos adiante, é que o <font face="monospace">twittering-mode</font> só é compatível com EMACS 21.3 ou melhor, e ainda assim suas funcionalidades totais só estão disponíveis em ambientes a partir do EMACS 22. Adianto que não existe nenhuma perda perceptível de performance ou funcionalidades reais em ambientes de EMACS 21.3 até 22. Uso ele em um EMACS 21.4 e funciona de maneira muito boa, apenas com algumas &#8220;facilidades&#8221; ausentes, mas sem maiores problemas.<br />OK, vejamos a instalação:<br />Descompacte o <i>tarball </i>do twittering-mode em algum lugar no seu <font face="monospace">load-path</font> (o caminho onde o EMACS busca suas extensões). Caso não saiba qual o caminho, descompacte-o em qualquer caminho que nós iremos explicar como adicionar o mesmo no <font face="monospace">load-path</font>. Vamos assumir como exemplo o caminho <font face="monospace">~/twittering-mode</font>. Se seu EMACS for anterior ao 23, também baixe o pacote EasyPG e o descompacte em algum lugar (consideraremos como exemplo <font face="monospace">~/epg</font>).<br />Bem, antes de começarmos a usar o Twitter no EMACS, vamos fazer algumas configurações. Abra o EMACS e carregue seu arquivo de configuração <font face="monospace">.emacs</font> (<font face="monospace">~/.emacs</font>). Antes de começarmos, vamos adicionar no início do .emacs as seguintes linhas:<br />
<blockquote>
<pre>(add-to-list 'load-path "~/twittering-mode")</pre>
</blockquote>
<p>Essa linha avisa ao EMACS a procurar novos modos no caminho adicionado. No caso, estamos adicionando o pacote básico do <font face="monospace">twittering-mode</font> ao <font face="monospace">load-path</font> do EMACS, de modo que ele possa ser usado. Além disso, nas versões antigas do EMACS (anteriores à 23), precisamos adicionar o EasyPG:<br />
<blockquote>
<pre>(add-to-list 'load-path "~/epg")</pre>
</blockquote>
<p>Então adicionamos o comando que irá carregar no EMACS o módulo do <font face="monospace">twittering-mode</font>:<br />
<blockquote>
<pre>(require 'twittering-mode)</pre>
</blockquote>
<p>Com isso, já fizemos uma configuraçao rápida. Salve o <font face="monospace">.emacs</font>, feche o EMACS e abra-o novamente.<br />
<h3>Navegação básica<br /></h3>
<p>Use o atalho <font face="monospace">M-x</font> (Meta-x) para ir ao <i>minibuffer</i> e abra o modo com o comando <font face="monospace">twittering-mode</font>. Uma série de cargas serão feitas e aparecerá uma mensagem pedindo o <i>OAuth Authorization PIN</i>. Uma janela de navegador será aberta pelo EMACS pedindo que você autorize o <font face="monospace">twittering-mode</font> (<font face="monospace">twmode</font>) no seu usuário do Twitter. Confirme a autorização e copie no EMACS o número que irá aparecer após a confirmação. Esse número é o PIN que você precisa. Aguarde alguns instantes que o EMACS irá carregar, com a ajuda dos utilitários instalados anteriormente, sua Timeline em um <i>buffer </i>chamado <font face="monospace">:home</font>.<br />Cada Timeline aberta, seja sua, seja de um usuário ou <i>hashtag</i>, fica em um <i>buffer</i> do EMACS separado. Embora o twittering-mode disponibilize atalhos específicos para navegar entre as TL, particularmente prefiro usar os atalhos do próprio EMACS, que continuam funcionando normalmente.<br />Você move-se normalmente pelo buffer (que é <i>read-only</i>) usando os comandos de movimentação padrão do EMACS ou as setas&nbsp; e PgUp e PgDn se você tiver o modo <font face="monospace">pc-select</font>. Alguns atalhos bem úteis (lembrando que os atalhos são <i>case-sensitive</i>):
<ul>
<li><font face="monospace">j</font> &#8211; Desce para o tweet anterior (em termos de tempo). Se chegar no final da Timeline carregada, irá carregar tweets mais antigos. Normalmente são carregados de 20 a 20 twits, mas esse valor pode ser configurado através de uma variável do EMACS. Veremos customizações mais adiante;</li>
<li><font face="monospace">k</font> &#8211; Avança para o próximo tweet (em termos de tempo);</li>
<li><font face="monospace">n</font> &#8211; volta para o tweet anterior postado pelo mesmo usuário do tweet onde você está;</li>
<li><font face="monospace">p</font> &#8211; avança para o próximo tweet postado pelo mesmo usuário do tweet onde você está;</li>
<li><font face="monospace">H</font> &#8211; vai para o topo da Timeline;</li>
<li><font face="monospace">G</font> &#8211; vai para o final da Timeline;</li>
<li><font face="monospace">g</font> &#8211; carrega novos tweets à Timeline. O <font face="monospace">twittering-mode</font> tem <i>auto-update</i> para a Timeline, mas esse pode ser desligado se necessário, e então usa-se esse atalho para carregar-se novos tweets. Esse atalho pode ser usado com o <i>auto-update</i> ativo;</li>
<li><font face="monospace">r</font> &#8211; mostra <i>replies</i> ao tweet onde você está;</li>
<li><font face="monospace">C-c C-e</font> &#8211; limpa o <i>buffer</i> da Timeline em questão;</li>
<li><font face="monospace">q</font> &#8211; fecha a Timeline;</li>
<li><font face="monospace">v</font> &#8211; sobre uma <i>hashtag</i> ou o nome de usuário, abre em um novo <i>buffer</i> a Timeline da <i>hashtag</i> ou usuário (Nota: em alguns casos, os acentos em uma <i>hashtag</i> poderão aparecer como caracteres randômicos&#8230; Isso se deve a um problema na tratativa das <i>hashtags</i> e não há previsão para correção)</li>
<li><font face="monospace">V</font> &#8211; permite você abrir uma Timeline de qualquer usuário que você quiser, bastando digitar o nick do usuário (lembrando que ele não abrirá TLs protegidas, exceto se você seguir o usuário). Além disso, existem alguns nomes especiais que ele usa para TLs relacionadas ao usuário: </li>
</ul>
<blockquote><ol>
<li><font face="monospace">:home</font> &#8211; sua timeline;</li>
<li><font face="monospace">:replies</font> &#8211; respostas a seus tweets (incluindo RTs &#8220;editados&#8221;);</li>
<li><font face="monospace">:direct_messages</font> &#8211; mensagens diretas que você recebeu;</li>
<li><font face="monospace">:favorites</font> &#8211; tweets que você marcou como favoritos;</li>
</ol>
</blockquote>
</div>
<ul>
<li>
<div align="justify"><font face="monospace">u</font> &#8211; Postar um twit &#8211; Abrirá uma janela de edição onde você poderá escrever o seu tweet normalmente. Para enviar o tweet, use o atalho <font face="monospace">C-c C-c</font>. Caso deseje cancelar o twit, use o atalho <font face="monospace">C-c C-k</font>. <font face="monospace">[F4]</font> irá encurtar qualquer URL que esteja no tweet;</div>
</li>
<li>
<div align="justify"><font face="monospace">[Enter]</font> &#8211; Permite editar um <i>reply</i> ao tweet apontado pelo cursor. Em cima de um link, abre-o no navegador padrão do sistema. Sobre um nome de usuário, abre seu <i>profile</i> no Twitter. Sobre uma <i>hashtag</i>, abre uma pesquisa sobre ela no Twitter;</div>
</li>
<li><font face="monospace">C-c [Enter]</font> &#8211; Permite dar um RT &#8220;antigo&#8221; (como Reply) do tweet apontado pelo cursor;</li>
<li><font face="monospace">C-u C-c [Enter]</font> &#8211; Permite enviar um RT &#8220;novo&#8221; (da API do Twitter) do tweet apontado pelo cursor;</li>
<li>
<div align="justify"><font face="monospace">d </font>- Permite enviar uma mensagem direta a um usuário. É considerado por padrão que o DM irá para o usuário que postou o tweet onde o cursor está, mas você pode digitar o nick de qualquer usuário;</div>
</li>
<li><font face="monospace">a</font> &#8211; Ativa/Desativa a auto-atualização da TLs atual (padrão ativo);</li>
<li><font face="monospace">i</font> &#8211;  Ativa/Desativa a exibição de avatares da TLs atual (padrão ativo);</li>
<li><font face="monospace">s</font> &#8211; Ativa/Desativa rolamento da TL atual (padrão desativado);</li>
<li><font face="monospace">C-c C-t</font> &#8211; Permite definir uma <i>hashtag</i> padrão para seus posts &#8211; útil na cobertura de um evento;</li>
</ul>
<div align="justify">Esses comandos oferecem uma navegação básica que deve ser o suficiente para o uso cotidiano. Para maiores informações, consulte a <a target="_blank" href="http://www.emacswiki.org/emacs/TwitteringMode">entrada do twittering-mode no EMACSWiki.org</a>.<br />
<h3>Customizando<br /></h3>
<p>Como tudo no EMACS, o <font face="monospace">twittering-mode</font> é muito customizável. Infelizmente ele não é customizável pelo <font face="monospace">customize-mode</font>, portanto as customizações normalmente são feitas pelo <font face="monospace">.emacs</font> ou fazendo <font face="monospace">eval</font> de <font face="monospace">setq</font> no <font face="monospace">*scratch*</font>. Vamos falar então da customização via <font face="monospace">.emacs</font>.<br />Abaixo estou copiando o trecho do meu <font face="monospace">.emacs</font> para definir algumas variáveis padrão, além de usar alguns <i>hooks</i> do <font face="monospace">twittering-mode </font>para mudar alguns atalhos e para fazer com que o <font face="monospace">twittering-mode</font> exiba notificações de novos tweets:<br />
<blockquote><font face="monospace">;; Configurações do twmode (twmode.sf.net)</font><br /><font face="monospace">(setq twittering-use-master-password t) ;; voce precisara do EasyPG para EMACS (no 23 vem junto)</font><br /><font face="monospace">(setq twittering-timer-interval 300&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; ; 3 minutos para atualizar as TLs</font><br /><font face="monospace">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; twittering-tinyurl-service &#8216;migre.me</font><br /><font face="monospace"></font><font face="monospace"></font><font face="monospace">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; twittering-url-show-status nil</font><br /><font face="monospace">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; twittering-icon-mode t</font><br /><font face="monospace">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; twittering-initial-timeline-spec-string &#8216;(&#8220;:home&#8221; &#8220;:favorites&#8221; &#8220;:replies&#8221;)</font><br /><font face="monospace">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; twittering-number-of-tweets-on-retrieval 60</font><br /><font face="monospace">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; twittering-scroll-mode t</font><br /><font face="monospace"></font><font face="monospace">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; twittering-use-icon-storage t</font><br /><font face="monospace">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; twittering-icon-storage-limit nil</font><br /><font face="monospace"></font><font face="monospace">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; )</font></p>
<p><font face="monospace">&nbsp;(add-hook &#8216;twittering-mode-hook</font><br /><font face="monospace">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (lambda ()</font><br /><font face="monospace">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (mapc (lambda (pair)</font><br /><font face="monospace">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (let ((key (car pair))</font><br /><font face="monospace">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (func (cdr pair)))</font><br /><font face="monospace">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (define-key twittering-mode-map</font><br /><font face="monospace">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (read-kbd-macro key) func)))</font><br /><font face="monospace">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &#8216;((&#8220;F&#8221; . twittering-friends-timeline)</font><br /><font face="monospace">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (&#8220;R&#8221; . twittering-replies-timeline)</font><br /><font face="monospace">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (&#8220;U&#8221; . twittering-home-timeline)</font><br /><font face="monospace">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (&#8220;f&#8221; . twittering-favorite)))))</font></p>
<p><font face="monospace">(add-hook &#8216;twittering-new-tweets-hook (lambda ()</font><br /><font face="monospace">&nbsp;&nbsp; (let ((n twittering-new-tweets-count))</font><br /><font face="monospace">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (start-process &#8220;twittering-notify&#8221; nil &#8220;notify-send&#8221;</font><br /><font face="monospace">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &#8220;-i&#8221; &#8220;/usr/share/pixmaps/gnome-emacs.png&#8221;</font><br /><font face="monospace">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &#8220;Novas mensagens&#8221;</font><br /><font face="monospace">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (format &#8220;Tem %d nova%s mensage%s no Twitter!&#8221;</font><br /><font face="monospace">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; n (if (&gt; n 1) &#8220;s&#8221; &#8220;&#8221;) (if (&gt; n 1) &#8220;ns&#8221; &#8220;m&#8221;))))))</font></p></blockquote>
</div>
<div align="justify">A variável <font face="monospace">twittering-use-master-password t</font>, é muito útil, e ela que exige o EasyPG. Normalmente, o <font face="monospace">twittering-mode</font> irá lhe obrigar a obter um novo PIN a cada vez que você tentar entrar nele, o que vai chegar um momento e tornar-se muito chato. Ao ativar essa variável <font face="monospace">twittering-use-master-password</font>, você irá criar uma senha mestra de acesso ao <font face="monospace">twittering-mode</font> e o mesmo irá guardar o PIN em um arquivo <font face="monospace">.twittering-mode.gpg</font>, que ele abrirá e lerá ao começar a usar o <font face="monospace">twittering-mode</font>.<br />As demais variáveis são:
<ul>
<li><font face="monospace">twittering-timer-interval</font> &#8211; Define o intervalo de atualização em segundos (padrão 90 segundos &#8211; 1,5 minutos);</li>
<li><font face="monospace">twittering-tinyurl-service </font>- Define qual será o serviço de encurtador de URLs a ser utilizado entre alguns que o t<font face="monospace">wittering-mode </font>consegue usar: <font face="monospace">&#8216;tinyurl</font>, <font face="monospace">&#8216;bit.ly</font>, <font face="monospace">&#8216;goo.gl</font>, <font face="monospace">&#8216;is.gd</font>, <font face="monospace">&#8216;toly</font>, <font face="monospace">&#8216;j.mp</font> e <font face="monospace">&#8216;migre.me</font> (esse último apenas na versão do github na época em que esse post foi escrito). Se você desejar utilizar especificamente <font face="monospace">bit.ly</font> e <font face="monospace">j.mp</font> precisará definir também duas variáveis (<font face="monospace">twittering-bitly-login</font> e <font face="monospace">twittering-bitly-api-key</font>) com informações sobre seu usuário e chave de API do <font face="monospace">bit.ly</font>. ou do. <font face="monospace">j.mp</font> Padrão <font face="monospace">&#8216;tinyurl</font>;</li>
<li><font face="monospace">twittering-url-show-status</font> &#8211; Mostra o tráfego utilizado depois de uma atualização de TL. Padrão <font face="monospace">nil</font>;</li>
<li><font face="monospace">twittering-icon-mode </font>- Ativa o modo de visualização de avatares. Padrão <font face="monospace">nil</font>;</li>
<li><font face="monospace">twittering-initial-timeline-spec-string </font>- Uma lista de TLs a serem abertas no momento da inicialização do <font face="monospace">twittering-mode</font>. O padrão é abrir apenas a TL do usuário (&#8220;<font face="monospace">:home</font>&#8220;);</li>
<li><font face="monospace">twittering-number-of-tweets-on-retrieval </font>- Número de twits a serem obtidos por vez&#8230; Padrão 20, com limite máximo de 200.</li>
<li><font face="monospace">twittering-scroll-mode </font>- define se a TL vai rolar de modo a manter o tweet que está sendo lido como o atual ou se vai fazer com que o EMACS desça os twits não lidos. O padrão é <font face="monospace">nil</font>, que indica o 2° comportamento. Para ativar o primeiro, basta definir essa variável com qualquer valor não-<font face="monospace">nil</font> usando <font face="monospace">setq</font>.</li>
<li><font face="monospace">twittering-use-icon-storage</font> &#8211; Permite que o <font face="monospace">twittering-mode</font> faça um cache dos avatares que ele consegur carregar, o que aumenta o desempenho, mas consome memória. Padrão <font face="monospace">nil</font>. Deve ser definido para qualquer outro valor para ser ativado. Por padrão, o cache de avatares fica gravado em <font face="monospace">.twittering-mode-icons.gz</font>, que é gravado ao sair-se do EMACS e aberto no momento em que chamamos o <font face="monospace">twittering-mode</font>. É possível mudar-se o nome desse arquivo modificando-se a variável <font face="monospace">twittering-icon-storage-file</font>;</li>
<li><font face="monospace">twittering-icon-storage-limit </font>- Se você utilizar o cache de avatares, você pode estipular ou não um valor padrão de avatares a serem usados modificando essa variável. O padrão é 500. Se não desejar limitar o número de avatares salvos no cache, defina essa variável como <font face="monospace">nil</font>;</li>
</ul>
<p>Após definirmos todas as variáveis que queremos, também realizamos algumas modificações em dois <i>hooks</i>. Um para fazermos uma modificação de atalhos (no caso, defini <font face="monospace">f</font> para abrir a TL de favoritos) e a outra para fazer com que notificações sejam exibidas no momento em que houver o recebimento de novos twits. Essas dicas foram coletadas na <a target="_blank" href="http://www.emacswiki.org/emacs/TwitteringMode">entrada do twittering-mode no EMACSWiki.org</a>.<br />Essa é apenas uma introdução ao twittering-mode, e na Internet existe muita coisa sobre ele. Espero que tenha sido útil. Se quiser me adicionar no Tweeter, meu usuário é <font face="monospace"><a target="_blank" href="http://twitter.com/hufflepuffbr">@hufflepuffbr</a></font>.</div>
<p><b>[Update 15:17 2011-08-18] </b>A pedidos, um <i>snapshot</i> do <font face="monospace">twittering-mode</font> em uso!
<div align="center"><img style="max-width:800px;" src="http://hogwartslinux.files.wordpress.com/2011/08/twittering-mode-blog.png?w=630" /></div>
<div class="zemanta-pixie"><img class="zemanta-pixie-img" alt="" src="http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=c3f1fe49-bedd-84a5-9834-d5a033db2b2d" /></div>
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			<media:title type="html">FabioCosta</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Carta aberta ao TRT/RJ sobre a troca de suíte de escritório</title>
		<link>http://hogwartslinux.wordpress.com/2011/01/27/carta-aberta-ao-trtrj-sobre-a-troca-de-suite-de-escritorio/</link>
		<comments>http://hogwartslinux.wordpress.com/2011/01/27/carta-aberta-ao-trtrj-sobre-a-troca-de-suite-de-escritorio/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 27 Jan 2011 17:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Emilio Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Não vou tecer comentários. O que o Jomar diz basta. Meu único objetivo é mostrar o apoio desse blog (além dos meus outros blogs, o +4 e o Aulas de C) ao Jomar e a perplexidade pela atitude tomada. Link Original do site Trezentos: http://www.trezentos.blog.br/?p=5484 Foi com perplexidade e tristeza que li hoje a notícia [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=hogwartslinux.wordpress.com&amp;blog=708751&amp;post=345&amp;subd=hogwartslinux&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não vou tecer comentários. O que o Jomar diz basta. Meu único objetivo é mostrar o apoio desse blog (além dos meus outros blogs, o +4 e o Aulas de C) ao Jomar e a perplexidade pela atitude tomada.
<div align="center"><i>Link Original do site <a href="http://www.trezentos.blog.br/?p=5484">Trezentos: http://www.trezentos.blog.br/?p=5484</a></i></div>
<div align="justify">
</div>
<p align="justify">Foi com perplexidade e tristeza que li hoje a <a href="http://br-linux.org/2011/trtrj-diz-por-que-esta-trocando-broffice-por-ms-office-2010/" target="_blank">notícia</a> de que o <a href="http://portal.trt1.jus.br:7777/pls/portal/PORTAL.wwv_media.show?p_id=13440070&amp;p_settingssetid=295764&amp;p_settingssiteid=73&amp;p_siteid=73&amp;p_type=basetext&amp;p_textid=13440071" target="_blank">TRT/RJ está trocando</a> a suíte de escritório em software livre BrOffice pelo software proprietário MSOffice, alegando “<em>…limitações,<br />
principalmente em relação ao intercâmbio de informações e arquivos com<br />
órgãos do Poder Judiciário e instituições públicas…</em>” e ainda que “ <em>…O MS Office é um padrão mundial…</em>”.</p>
<div align="justify">
</div>
<p align="justify">Não vou comentar aqui sobre a decisão de não utilizar um Software<br />
Livre, desrespeitando a atual política definida pelo Governo Federal de<br />
utilização prioritária de Software Livre, mas faço questão de registrar<br />
meu questionamento sobre a alegada “falta de compatibilidade” dos<br />
arquivos gerados pelo BrOffice.</p>
<div align="justify">
</div>
<p align="justify">Gostaria de iniciar esclarecendo aos responsáveis por tal decisão no<br />
TRT/RJ de que os documentos gerados pelo BrOffice são gerados no padrão<br />
ODF (OpenDocument Format), que além de ser um <a href="http://www.youtube.com/watch?v=wi9QJG_L5Bk" target="_blank">Padrão Aberto</a>, é ainda uma Norma Internacional – <a href="http://www.iso.org/iso/catalogue_detail.htm?csnumber=43485" target="_blank">ISO/IEC 26.300</a> (portanto um VERDADEIRO “Padrão Internacional”) e uma Norma Brasileira, a <a href="http://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=1549" target="_blank">NBR ISO/IEC 26.300:2008</a>.</p>
<div align="justify">
</div>
<p align="justify">O ODF está sendo adotado cada vez mais por <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/OpenDocument_adoption" target="_blank">governos do mundo todo</a><br />
como o padrão de armazenamento de informações governamentais,<br />
principalmente por garantir a longevidade no armazenamento das<br />
informações e por não ser dependente de uma única Suíte de Escritório,<br />
sendo suportado atualmente por uma <a href="http://opendocumentfellowship.com/applications">extensa lista</a> de soluções em software incluindo softwares livres e proprietários.</p>
<div align="justify">
</div>
<p align="justify">O ODF é desenvolvido de forma totalmente aberta e transparente por um consórcio internacional (<a href="http://www.oasis-open.org/committees/tc_home.php?wg_abbrev=office" target="_blank">OASIS ODF TC</a>) e seu desenvolvimento conta atualmente com <a href="http://www.oasis-open.org/committees/daycount/tc/office.html" target="_blank">inúmeras empresas</a><br />
como Adobe, Boeing , Google, IBM, Intel, Microsoft, Nokia, Novell e<br />
Oracle, entre outras, além de especialistas do mundo todo, como este<br />
brasileiro que lhes escreve.</p>
<div align="justify">
</div>
<p align="justify">A adoção crescente do ODF no Brasil pode ser vista pela lista de signatários do <a href="http://www.softwarelivre.gov.br/protocolo-brasilia-1" target="_blank">Protocolo Brasília</a>,<br />
um documento publicado em Diário Oficial onde empresas e organizações<br />
se comprometem publicamente com a adoção e promoção do padrão ODF. A<br />
lista de <a href="http://www.softwarelivre.gov.br/protocolo-brasilia-1/relacao-dos-signatarios-do-protocolo-brasilia" target="_blank">signatários</a><br />
do Protocolo Brasília, que atualmente envolve mais de 2 milhões de<br />
usuários no Brasil, é composta por empresas e órgãos públicos como<br />
SERPRO, Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Ministério das<br />
Relações Exteriores, Marinha, Exército, Aeronáutica, DATAPREV,<br />
Correios, INPE, INPI, Itaipu Binacional, ITI, SLTI, CELEPAR, Petrobrás<br />
e Cobra Tecnologia, entre outras.</p>
<div align="justify">
</div>
<p align="justify">O Governo do Estado do Paraná <a href="http://celepar7cta.pr.gov.br/SEEG/sumulas.nsf/319b106715f69a4b03256efc00601826/a4d30af5cd3749bc832573be00431df8?OpenDocument" target="_blank">sancionou em 2007</a><br />
uma lei que trata da utilização de ODF como formato de armazenamento de<br />
informações de documentos governamentais e um projeto de lei semelhante<br />
está em análise atualmente no Congresso Nacional (<a href="http://www.camara.gov.br/sileg/prop_detalhe.asp?id=387780" target="_blank">PL-3070/2008</a>).</p>
<div align="justify">
</div>
<p align="justify">A arquitetura&nbsp;<a href="http://www.governoeletronico.gov.br/acoes-e-projetos/e-ping-padroes-de-interoperabilidade" target="_blank">e-Ping</a> (Padrões de Interoperabilidade de Governo Eletrônico), documento que “<em>…define<br />
um conjunto mínimo de premissas, políticas e especificações técnicas<br />
que regulamentam a utilização da Tecnologia de Informação e Comunicação<br />
(TIC) no governo federal, estabelecendo as condições de interação com<br />
os demais Poderes e esferas de governo e com a sociedade em geral…</em>“, em sua versão <a href="http://www.governoeletronico.gov.br/biblioteca/arquivos/documento-da-e-ping-versao-2011/" target="_blank">mais recente</a>,<br />
descreve o Padrão ODF como “ADOTADO”, enquanto sequer cita os formatos<br />
proprietários .DOC, .PPT e .XLS e seus sucessores .DOCX, .PPTX e .XLSX,<br />
indicando de forma clara à todo o governo e sociedade que a<br />
recomendação oficial do Governo Federal é a utilização do ODF. Os<br />
formatos .DOC, .XLS e .PPT já foram citados em versões anteriores da<br />
e-Ping e sua utilização foi substituída pelo padrão ODF.</p>
<div align="justify">
</div>
<p align="justify">Gostaria ainda de sugerir aos membros do TRT/RJ que entrem em<br />
contato com o TRT da 13° região, pois eles utilizam com sucesso o<br />
BrOffice e o padrão ODF e até onde sei é o único TRT onde 100% dos<br />
processos são eletrônicos no Brasil. Lembro-lhes ainda que nova versão<br />
do padrão ODF (ODF 1.2) tem suporte a assinaturas digitais compatível<br />
com a ICP-Brasil, funcionalidade extremamente importante para o<br />
Judiciário Brasileiro.</p>
<div align="justify">
</div>
<p align="justify">Tendo em vista o exposto, gostaria de solicitar aos responsáveis no<br />
TRT/RJ a revisão de tal decisão, pois considero que a decisão é<br />
retrógrada e deixa, mesmo que de forma involuntária, a mensagem de que<br />
as Normas Brasileiras não devem ser respeitadas por todos, o que torna<br />
desnecessário o intenso trabalho de normalização que nós brasileiros<br />
realizamos no Brasil e no cenário Internacional.</p>
<p align="justify">Coloco-me desde já á disposição do TRT/RJ para esclarecer os<br />
benefícios da adoção do Padrão ODF e quaisquer outras dúvidas que<br />
tiverem sobre este assunto.</p>
<div align="justify">
</div>
<p align="justify"><a target="_blank" href="http://www.homembit.com">Jomar Silva</a></p>
<div align="justify">
</div>
<p align="justify">Diretor Executivo -&nbsp;ODF Alliance América Latina</p>
<br />Filed under: <a href='http://hogwartslinux.wordpress.com/category/uncategorized/'>Uncategorized</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/hogwartslinux.wordpress.com/345/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/hogwartslinux.wordpress.com/345/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/hogwartslinux.wordpress.com/345/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/hogwartslinux.wordpress.com/345/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/hogwartslinux.wordpress.com/345/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/hogwartslinux.wordpress.com/345/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/hogwartslinux.wordpress.com/345/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/hogwartslinux.wordpress.com/345/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/hogwartslinux.wordpress.com/345/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/hogwartslinux.wordpress.com/345/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/hogwartslinux.wordpress.com/345/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/hogwartslinux.wordpress.com/345/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/hogwartslinux.wordpress.com/345/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/hogwartslinux.wordpress.com/345/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=hogwartslinux.wordpress.com&amp;blog=708751&amp;post=345&amp;subd=hogwartslinux&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">FabioCosta</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Convertendo vídeos do Decodificador de TV Digital/PVR LB-SAT LBDTV10T para AVI no Linux</title>
		<link>http://hogwartslinux.wordpress.com/2010/09/20/convertendo-videos-do-decodificador-de-tv-digitalpvr-lb-sat-lbdtv10t-para-avi-no-linux/</link>
		<comments>http://hogwartslinux.wordpress.com/2010/09/20/convertendo-videos-do-decodificador-de-tv-digitalpvr-lb-sat-lbdtv10t-para-avi-no-linux/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 Sep 2010 11:31:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Emilio Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Debian]]></category>
		<category><![CDATA[DTV]]></category>
		<category><![CDATA[Free Software]]></category>
		<category><![CDATA[Hardware]]></category>
		<category><![CDATA[Padrões]]></category>
		<category><![CDATA[SBTVD]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Standards]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[TV Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://hogwartslinux.wordpress.com/?p=336</guid>
		<description><![CDATA[Com o surgimento da TV Digital no Brasil, no seu padrão ISDB-Tb (ou ISDB-International), vários conversores estão sendo vendidos a preços interessantes com a mais diversa gama de recursos. Um muito popular é o recurso de PVR (Personal Video Recorder &#8211; Gravador Pessoal de Vídeo), onde o aparelho grava em um disco rígido externo ou [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=hogwartslinux.wordpress.com&amp;blog=708751&amp;post=336&amp;subd=hogwartslinux&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">Com o surgimento da TV Digital no Brasil, no seu padrão <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/ISDB-T_International">ISDB-Tb (ou ISDB-International)</a>, vários conversores estão sendo vendidos a preços interessantes com a mais diversa gama de recursos. Um muito popular é o recurso de PVR (<em>Personal Video Recorder &#8211; </em>Gravador Pessoal de Vídeo), onde o aparelho grava em um disco rígido externo ou <em>pendrive</em> à programação de TV, como era o caso nos antigos videocassetes. No caso, iremos falar do decodificador<a href="http://www.lbsat.com.br/produtos.asp" target="_blank"> LBDTV10T</a>, da empresa <a href="http://www.lbsat.com.br/" target="_blank">LBSat</a>. Esse é um produto a um preço razoável e que pode ser encontrado em boas casas especializadas em equipamento de TV (no caso, comprei em uma loja da Rua Vitória, uma das travessas da Santa Efigênia), e possui as seguintes características.<br />
<blockquote><strong>Características:</strong><br />	
<ul>
<li>HDTV e SDTV</li>
<li>Instalação automática de canais</li>
<li>Menu na tela (OSD) &#8211; facilita a configuração do aparelho.</li>
<li>Saída HDMI para imagens em alta definição e áudio digital</li>
<li>Saídas S-Video, Vídeo Componente, vídeo e áudio estéreo</li>
<li>Saída de áudio digital óptica e SPDIF</li>
<li>EPG (Guia de Programação Eletrônica) Permite visualizar informações sobre os programas da TV. (Este recurso depende da transmissão pela emissora)</li>
<li>Programação de canais favoritos</li>
<li>Sintonia automática UHF para TV Digital &#8211; Canais 7 ao 69</li>
<li>Controle Remoto multifunção</li>
<li>Ajustes de Áudio / Vídeo / Volume</li>
<li>Seleção automática de voltagem &#8211; entre 100 e 240 Vac</li>
<li>Idiomas do menu: Português</li>
</ul>
<p><strong>Observações:</strong><br />Antes de comprar o conversor, certifique-se de que a sua região já recebe as transmissões da TV Digital. Para captar o sinal digital corretamente é necessária a utilização de uma antena UHF, interna ou externa. A captação é restrita aos sinais da TV aberta, não incluindo, portanto, os sinais de TV por assinatura.<br /><strong>Especificações:</strong>
<ul>
<li>Resolução de vídeo : 1080i / 720p / 576i</li>
<li>Conexão USB para : MP-3, MP-4, Fotos. Através dela é possível reproduzir arquivos de músicas em MP-3, de vídeo MPEG-2, MPEG-4, e exibir arquivos de fotos JPEG.</li>
<li>Formatos de Tela : 16:9 e 4:3</li>
</ul>
</blockquote>
<p>É ótimo poder gravar vídeos em um HD externo, ainda mais se pensarmos que esses arquivos são acessíveis pelo computador como arquivos normais de vídeo. O problema é que a maior parte dos decodificadores (esse incluído) gravam o <em>stream</em> DTV recebido da antena diretamente (como se usasse um <em>tee </em>entre a saídea de vídeo e um arquivo no HD externo), o que envolve formatos proprietátios estranhos e convenções um pouco complexas. Mas com a ajuda do Google e do pessoal do <a href="http://www.htforum.com/vb/showthread.php/121415-Clube-do-Conversor-Digital-LBSat-LBTVD10T">Clube do LBDTV10T</a> no <a href="http://www.htforum.com/">HT-Fórum</a>. Ainda não foi possível automatizar o processo devido a alguns problemas com o arquivo do decodificador, em especial na parte de áudio, mas tentarei fazer o melhor possível para expĺicar detalhadamente o processso de modo que você possa converter adequadamente os seus vídeos para usá-los no computador.<br />Esse tutorial foi elaborado em um Intel Core 2 Duo 2GHz, 3GB de RAM, 320 GB de disco, Ubuntu Linux Karmic Koala (9.10), com o repositório Medibuntu original e todos os pacotes de vídeos e áudio, incluindo os <em>non-free</em> e <em>restricted</em>. Você precisará ter instalado <em>mencoder</em>, <em>mplayer</em>, VLC e <em>ffmpeg</em>. Uma vez dito isso, vamos começar o processo.</div>
<h3 align="justify">1-) Encontrando o vídeo no disco e preparando-o para codificação<br /></h3>
<div align="justify">A primeira parte é encontrar e prepara o vídeo. Nesse caso, existe apenas uma sugestão: limpe o disco pelo decodificador (MENU -&gt; Meu de Função -&gt; Função PVR -&gt; Formatar HDD). Caso contrário, você terá que descobrir o arquivo em meio aos diversos vídeos gravados e o modo como os vídeos são nomeados internamente pelo decodificador não ajuda. Os arquivos ficam gravados em uma pasta dentro do HD chamada PVR, em diretórios com o nome <code>PVRXXXXX</code>, (onde X são números hexadecimais), Dentro dessas pastas, existem pastas <code>~DATA/</code>, onde vários arquivos <code>DATAXX.trp</code> (onde X são números normais). Esses arquivos são as várias partes do vídeo gravadas pelo decodificador. Isso ocorre pois, como ele formata os discos em FAT32 para maior eficiência, o tamanho máximo do arquivo é de 2 GB. Quando esse valor é superado, o decodificador cria um novo arquivo. Nesse caso, iremos fundir os arquivos com o seguinte comando em um terminal, dentro da pasta <span style="font-family:monospace;background-color:rgb(242,241,241);">~DATA/</span> do vídeo: <code>cat DATA00.trp DATA01.trp DATA02.trp ... DATAXX.trp &gt; convert.trp</code>. Caso o vídeo tenha menos partes, basta usar menos arquivos. É só lembrar de listar todos os arquivos <code>DATAXX.trp</code> nesse comando. PS: <em>não faça isso no disco do PVR! </em>Copie os arquivos para uma partição Ext3/ext4/NTFS ou outro formato de arquivos mais avançado, caso contrário continuará com a limitação do tamanho de arquivo e não funcionará. Um comando alternativo seria <span style="font-family:monospace;background-color:rgb(242,241,241);">cat DATA*.trp &gt; convert.trp</span>, mas não existe como garantir a seqüência dos arquivos.<br />Trabalharemos no caso com esse arquivo <code>convert.trp</code>. Ele é um arquivo em um formato chamado <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/MPEG_transport_stream" target="_blank">Transport Stream (TS)</a>, um encapsulamento do MPEG-2 para a transmissão contínua de arquivos, E conterá vídeo e áudio. Esse tutorial não irá aprofundar nos mecanismos de extração de áudio, uma vez que o TS permite vários canais de áudio e isso é usado em especial em vídeos (onde você pode colocar um canal de áudio em porutugês e um no idioma nativo do programa). No caso, nos restringiremos ao uso mais simples possível desse tutorial.</div>
<h3 align="justify">2-) Demultiplexação do vídeo original:<br /></h3>
<div align="justify">Um problema com o sistema de TV Digital Brasileiro é que ele utiliza na camada de áudio o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/High-Efficiency_Advanced_Audio_Coding" target="_blank">formato HE-AAC</a>, que não é muito bem suportado tanto por FFMpeg quanto por MPlayer/<code>mencoder</code>, os principais mecanismos de codificaçaão/decodificação/reprodução de vídeos e áudios em Linux. Porém, ele funciona muito bem no VLC e isso permite que utilizemos tal <em>player</em> para codificar o áudio.<br />A primeira parte então é <em>demultiplexar</em> o vídeo original, ou seja, separar as partes de vídeo e áudo do TS para que possamos trabalhar calma e corretamente com cada arquivo sem maiores problemas. No final desse processso, teremos um arquivo <code>.mp4</code> (MPEG-4 AVC H264) e um outro arquivo de áudio <code>.aac</code> (MPEG-4 HE-AAC). Para esse processo, utilizaremos o Mplayer. Abra um terminal e, dentro da pasta <span style="font-family:monospace;background-color:rgb(242,241,241);">~DATA/</span> do vídeo desejado, use os seguintes comandos:<br />
<blockquote><code>mencoder convert.trp -o convertVideo.mp4 -demuxer lavf -nosound -ovc copy<br />mplayer -dumpaudio -dumpfile convertAudio.aac convert.trp</code></p></blockquote>
<p>Nesse momento, podemos reproduzir o vídeo no sistema para (1) testar se a demulplexação foi bem-sucedida e (2) verificar se o arquivo é o desejado. Para isso, digite mplayer <code>convertVideo.mp4</code> e veja se está OK. Tudo OK, vamos para começar a trabalhar os arquivos.</div>
<h3 align="justify">3-) Codificação do áudio:<br /></h3>
<div align="justify">Um problema de fazer o processo de demultiplexação dos arquivos é que precisaremos optar por formatos de vídeo e aúdio individuais dos formatos de vídeo desejados, sem podermos recorrer a <em>templates</em> e outros esquemas que associem o vídeo e áudio a um formato. No caso, utilizaremos o AVI com vídeo XviD e áudio MP3. Nesse processo, iremos codificar cada parte separadamente e depois iremos <em>multiplexar</em> os arquivos no arquivo final, juntando ambos os arquivos de vídeo e áudio em uma saída final.<br />No caso, vamos focar primeiro na codificação do áudio, que iremos fazer usando o VLC. Esse passo justamente é o que impede criar-se um <em>script</em> para automatizar a codificação do arquivo, uma vez que VLC é um programa em iterface gráfica. Então, vamos ao passo a passo:<br />	
<ol>
<li>Abra o VLC e vá no menu Mídia e escolha a opção <em>Converter/Salvar</em>;</li>
<li>Na Aba <em>Arquivo</em>, clique em <em>Adicionar</em>. Na caixa de diálogo de arquivos, vá até a pasta <code>PVRXXXXX/~DATA</code> do vídeo desejado e escolha o arquivo <code>convertAudio.aac</code> desse <span style="font-family:monospace;background-color:rgb(242,241,241);">~DATA</span>;</li>
<li>Clique em <em>Converter/Salvar</em>. Na janela que abrir, na seção <em>Configurações</em>, escolha o perfil <em>&#8220;Áudio &#8211; MP3</em>&#8220;;</li>
<li>Copie o conteúdo de <em>Fonte </em>(onde deverá ter o caminho completo para o arquivo de origem <span style="font-family:monospace;background-color:rgb(242,241,241);">convertAudio.aac</span>) para <em>Destino</em> e modifique a extensão para <code>.mp3</code>, de modo que fique <span style="font-family:monospace;background-color:rgb(242,241,241);">convertAudio.mp3</span>;</li>
<li>Clique em &#8220;<em>Iniciar</em>&#8220;. Se quiser verificar as configurações, clique no ícone de chave de fenda, que irá apresentar as informações de codificação de áudio;</li>
</ol>
<p>Agora, aguarde o arquivo ser codificado pelo VLC. Se preferir, teste o arquivo de saída com <code>mpg123 convertAudio.mp3</code>. Tudo estando OK, é hora de codificar o vídeo e encerrar o serviço.</div>
<h3 align="justify">4-) Codificar o vídeo e obter o arquivo final:<br /></h3>
<div align="justify">Agora codificado o áudio de saída em MP3, é hora de codificar o vídeo para XviD. No caso, também usaremos o <code>mencoder</code> para codificar o arquivo de saída de vídeo. Para isso, use o seguinte comando em um terminal na pasta <span style="font-family:monospace;background-color:rgb(242,241,241);">PVRXXXXX/~DATA</span> do vídeo desejado:<br />
<blockquote><code>mencoder -o convertVideo.avi -ovc lavc -lavcopts vcodec=mpeg4:vhq:vbitrate=5000 -vf scale -zoom -xy 720 convertVideo.mp4</code></p></blockquote>
<p>No caso, setei algumas poucas opções, entre elas <span style="font-family:monospace;background-color:rgb(242,241,241);">-vf scale -zoom -xy 720</span>, que permite codificar corretamente o vídeo para 720p. Se você preferir outras opções, dê uma pesquisada na Internet que configurações possam ser ajustadas para melhor resultado. O único objetivo aqui é obter uma saída de qualidade razoável. <strong>Atenção:</strong> esse comando foi baseado em <a href="http://idolinux.blogspot.com/2008/09/encode-dvd-to-avi-with-mplayer-on-linux.html" target="_blank">sugestões para </a><a href="http://idolinux.blogspot.com/2008/09/encode-dvd-to-avi-with-mplayer-on-linux.html" target="_blank"><em>ripping</em></a><a href="http://idolinux.blogspot.com/2008/09/encode-dvd-to-avi-with-mplayer-on-linux.html" target="_blank"> de DVD</a> obtidas em sites na Internet. Não sou um especialista em codificação de vídeos e não saberia informar a melhor combinação de parâmetros.<br />Se desejar, teste o vídeo no Mplayer como fizemos anteriormente. Uma vez tudo OK, você pode multiplexar (juntar) os arquivos de vídeo e áudio em um arquivo de saída com os comandos abaixo:<br />
<blockquote><code>ffmpeg -i convertVideo.avi -i convertAudio.mp3 -acodec copy -vcodec copy convertFinal.avi</code><br />ou<br /><code>mencoder -oac copy -ovc copy -o convertFinal.avi -audiofile convertAudio.mp3 convertVideo.avi</code></p></blockquote>
<p>O resultado é o arquivo AVI com o nome <span style="font-family:monospace;background-color:rgb(242,241,241);">convertFinal.avi</span>. Esse arquivo é o resultado final, que poderá ser usado em outros formatos e gerar DVD e afins. Não vou entrar nesses méritos, mas muita documantação pode ser encontrada na Internet. Também não foi testado se a saída possui ou não perda de sincronismo entre o áudio e o vídeo. Aparentemente isso pode acontecer ocasionalmente e infelizmente não existe uma solução simples nesse caso. O que pode-se sugerir caso isso ocorra é ajustar-se o arquivo de áudio MP3, removendo alguns milisegundos de seu início e depois multiplexar novamente o vídeo. <br />Espero que esse tutorial tenha sido útil e que você possa obter o melhor de seu decodificador de TV Digital.</div>
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			<wfw:commentRss>http://hogwartslinux.wordpress.com/2010/09/20/convertendo-videos-do-decodificador-de-tv-digitalpvr-lb-sat-lbdtv10t-para-avi-no-linux/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>7</slash:comments>
	
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			<media:title type="html">FabioCosta</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Remasterizando Debian/Ubuntu usando o Remastersys</title>
		<link>http://hogwartslinux.wordpress.com/2010/06/29/remasterizando-debianubuntu-usando-o-remastersys/</link>
		<comments>http://hogwartslinux.wordpress.com/2010/06/29/remasterizando-debianubuntu-usando-o-remastersys/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 22:28:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Emilio Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Free Software]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://hogwartslinux.wordpress.com/?p=320</guid>
		<description><![CDATA[Olá! Sempre que tem um lançamento de uma nova versão do Ubuntu em geral é a mesma coisa: fazer backup, baixar o DVD, instalar, configurar repositórios, instalar aplicações adicionais, configurar, etc&#8230; Isso já é um processo irritante em máquinas desktop caseiras que usem apenas aplicações de repositórios, mas as coisas se complicam ainda mais quando [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=hogwartslinux.wordpress.com&amp;blog=708751&amp;post=320&amp;subd=hogwartslinux&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align:justify;">
<p>Olá!</p>
<p>Sempre que tem um lançamento de uma nova versão do Ubuntu em geral é a mesma coisa: fazer backup, baixar o DVD, instalar, configurar repositórios, instalar aplicações adicionais, configurar, etc&#8230;<br />
Isso já é um processo irritante em máquinas desktop caseiras que usem apenas aplicações de repositórios, mas as coisas se complicam ainda mais quando você envolve aplicações .deb fora de repositórios e, pior ainda, aplicações que possuem instaladores diferenciados, como Adobe AIR, Firefox e BrOffice.org (quando você os baixa de seus sites). Imagine ainda que você precise fazer instalações de muitas máquinas diferentes. Só por isso você tem uma noção do tempo que se perde ao instalar-se o Ubuntu a cada nova versão do mesmo.<br />
Existem várias formas de criar-se LiveCDs/DVDs que são compatíveis com as mais diversas distros, inclusive por meio de customizações envolvendo o uso de <span style="font-family:monospace;">chroot</span>. O problema é que tais métodos não são fáceis e práticos para o dia-a-dia, uma vez que demandam conhecimento e estrutura mais avançados que o normal.<br />
Existe, porém, uma ótima aplicação para Debian e Ubuntu chamada <a href="http://www.geekconnection.org/remastersys/index.html" target="_blank"><em>remastersys</em></a> que permite executar o trabalho de remasterizar, ou seja, criar uma versão customizada do Debian/Ubuntu extremamente fácil, com a grande vantagem de não exigir processos complexos e salvar uma grande quantidade das customizações e informações de sistema do ambiente do usuário.</p>
<h1>1-) Por quê customizar?</h1>
<p>Ok, essa deve ser sua pergunta agora. Na realidade, existem várias vantagens:</p>
<ol>
<li>Gerar um pacote previamente configurado com aplicações, configurações e até mesmo aparência ajustada para instalar-se em um grande conjunto de equipamentos. Por exemplo, imagine que você tenha uma empresa e esteja instalando Ubuntu nas estações de trabalho. Ao invés de se dar ao trabalho de configurar uma a uma totalmente, você pode criar pacotes completos de aplicações básicas (pacote office, navegador, etc&#8230;) e restringir-se a instalar apenas aquelas aplicações mais específicas de cada estação, poupando tempo e pessoal;</li>
<li>Em Desktops, é útil para criar &#8220;pontos de recuperação&#8221; em situações onde pode-se potencialmente &#8220;quebrar&#8221; o sistema (por exemplo, uma atualização ou adição de repositório). Caso algo de errado ocorra, basta-se queimar a ISO da &#8220;nova&#8221; distro e instalar-se tudo como estava antes.</li>
<li>No caso de (2), quando você está em uma empresa, mesmo essa atividade pode ser custosa em tempo, então você poderá usar uma imagem criada de um desktop para criar uma máquina virtual e testar qualquer alteração necessária (à exceção de coisas como compatibilidade de <em>kernels</em>);</li>
<li>Você pode ter uma espécie de &#8220;Estação Portável&#8221; que a pessoa poderia usar em Lan Houses ou afins, com as devidas configurações (por exemplo, estabelecer um túnel SSH ou coisas do gênero);</li>
</ol>
<p>Essas são apenas algumas razões pelas quais você deveria usar o <em>remastersys</em>.</p>
<h1>2-) Começando: uma primeira customização rápida e suja</h1>
<p>OK, e agora, como customizar?<br />
Primeiro, você deve ter um Ubuntu ou Debian instalado. O <em>remastersys</em> ainda é restrito a sistemas que possuam gerenciamento de pacotes baseados em DPKG/APT.<br />
Segundo, você deve ter instalado todos os pacotes que você deseja, seja via gerenciador de pacotes, seja por compilação ou descompactação. No último caso, é bom lembrar que os pacotes deverão ser adicionados em pastas como <span style="font-family:monospace;">/opt</span> e <span style="font-family:monospace;">/usr/bin</span>, portanto você precisará de acesso ao superusuário <span style="font-family:monospace;">root</span> ou no mínimo ser capaz de executar comandos com <span style="font-family:monospace;">sudo</span>.<br />
Primeira coisa, como superusuário, abra um editor de texto de sua preferência e abra o arquivo <span style="font-family:monospace;">/etc/apt/source.list</span>. Edite ele conforme indicado no <a href="http://www.geekconnection.org/remastersys" target="_blank">site do </a><a href="http://www.geekconnection.org/remastersys" target="_blank"><em>remastersys</em></a>, de acordo com sua distro, seja ela <a href="http://www.geekconnection.org/remastersys/ubuntu.html" target="_blank">Ubuntu</a> ou <a href="http://www.geekconnection.org/remastersys/debian.html" target="_blank">Debian</a>. No meu caso, estou usando um Ubuntu Karmic Koala, então inseri as seguintes linhas, conforme indicado para o <a href="http://www.geekconnection.org/remastersys/ubuntu.html" target="_blank">Ubuntu</a>:</p>
<blockquote><p>For Karmic, Lucid and Newer with grub2 &#8211; version 2.0.13-1 and up</p>
<pre># Remastersys
deb <a class="linkification-ext" title="Linkification: http://www.geekconnection.org/remastersys/repository" href="http://www.geekconnection.org/remastersys/repository">http://www.geekconnection.org/remastersys/repository</a> karmic/</pre>
</blockquote>
<p>Uma vez que essa linha tenha sido adicionada ao <span style="font-family:monospace;">/etc/apt/source.list</span> (ou a linha adequada conforme indicado no <a href="http://www.geekconnection.org/remastersys" target="_blank">site do </a><a href="http://www.geekconnection.org/remastersys" target="_blank"><em>remastersys</em></a>), execute os seguintes comandos em um terminal:</p>
<blockquote><p><span style="font-family:monospace;">sudo apt-get update &amp;&amp; sudo apt-get install remastersys</span></p></blockquote>
<p>O sistema poderá reclamar a ausência de autenticação do <em>remastersys</em> e ausência de PUBKEY (NO_PUBKEY). Não se preocupe agora: na Internet existem várias formas de resolver-se esse problema <a href="http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Resolvendo-o-problema-do-aptget-NO_PUBKEY" target="_blank">localizando-se a PUBKEY do desenvolvedor</a>, então não entraremos nesse momento nesse detalhe. Se ele reclamar a falta de autenticação do <em>remastersys</em>, confirme a instalação. Em alguns instantes, o <span style="font-family:monospace;">apt-get</span> instalará o <em>remastersys</em> e suas dependências, definindo também configurações básicas. Por enquanto, aceitaremos elas.<br />
Antes de continuar, é importante que exista espaço adequado nas partições onde ficam os diretórios <span style="font-family:monospace;">/tmp</span> e <span style="font-family:monospace;">/home</span>. É interessante as partições onde ambas as pastas ficam tenham em torno de 10 GB livres (se ambas estiverem na mesma partição, pode considerar-se por volta de 15 GB). Esses valores não possuem embasamento de documentação ou afins, sendo valores baseados na experiência.<br />
Uma vez que o remastersys esteja instalado, vamos rodar ele. Ele precisa de permissões de super-usuário, portanto iremos usar:</p>
<blockquote><p><span style="font-family:monospace;">sudo remastersys dist</span></p></blockquote>
<p>O <em>remastersys</em> irá iniciar o processo de remasterização baixando pacotes adicionais, como o <span style="font-family:monospace;">ubiquity</span> (o programa instalador do Ubuntu), copiar os arquivos necessários e ignorar alguns (como os arquivos de pastas como <span style="font-family:monospace;">/home</span>, <span style="font-family:monospace;">/tmp</span>, <span style="font-family:monospace;">/var</span> e alguns muito específicos da máquina, como <span style="font-family:monospace;">/etc/hostname</span>, <span style="font-family:monospace;">/etc/fstab</span> e <span style="font-family:monospace;">/boot/grub/menu.lst</span>) e compactar eles em um arquivo que na realidade funciona como um <em>filesystem</em> que pode ser montado pela estrutura de LiveCD. Após isso, esse arquivo é juntado aos arquivos de <em>boot</em> básicos do LiveCD e uma ISO é gerada. Nesse momento muito provavelmente a ISO estará em <span style="font-family:monospace;">/home/remastersys/remastersys</span> com o nome de <span style="font-family:monospace;">customdist.iso</span> (mais para frente veremos como modificar esse nome conforme a necessidade). Copie esse arquivo e o arquivo <span style="font-family:monospace;">customdist.iso.md5 </span>que o acompanha (um <em>checksum</em> criado pelo <em>remastersys</em> que pode ser útil para quando o arquivo for enviado via Internet para checar sua integridade). Uma vez que esse arquivo seja copiado para outro local, você pode limpar os arquivos utilizados para a remasterização da do Ubuntu com o comando:</p>
<blockquote><p><span style="font-family:monospace;">sudo remastersys dist</span></p></blockquote>
<p>Você pode queimar a imagem ISO com sua ferramenta de gravação de CD e DVD predileta, independente do sistema operacional. Uma vez gravada a imagem ISO, você poderá rebootar sua máquina e usar ele como LiveCD. No caso, você perceberá que a distro ainda tem aparência de um LiveCD Ubuntu &#8220;vanilla&#8221; (padrão), mas que as aplicações estarão todas lá, assim como configurações globais do sistema (como listas de repositórios) e afins. Se preferir fazer um teste sem queimar mídia, utilize o VirtualBox para dar boot em uma máquina virtual usando o seu novo LiveCD.<br />
Com isso, já temos um LiveCD útil para muitas coisas, mas podemos melhorar ainda mais isso.</p>
<h1>3-) Melhorando as coisas: instalações globais</h1>
<p>Uma das melhores formas que existem de melhorar as customizações em uma remasterização é usar instalações globais. Instalações globais dão uma grande vantagem de nos oferecer recursos que, no caso de ambientes multi-usuário, podem ser aproveitados por todos eles e que não precisam de instalação local (lembrando que o <em>remastersys </em>no modo <span style="font-family:monospace;">dist</span>, que estamos usando nesse texto, não coppia arquivos do <span style="font-family:monospace;">/home</span>).<br />
Quase todos os programas Linux possuem formas de realizar instalações globais de extensões e adicionais. Os ambientes clássicos de Desktop, como KDE e GNOME possuem instalações globais para vários componentes, como fontes e papéis de parede. No caso, não vou me aprofundar em todos os casos, citando apenas algumas que eu testei. Para customizar com instalações globais programas que não serão citados aqui, a Internet está recheada de informações e uma pesquisa rápida no Google irá indicar as mais diversas opções.</p>
<h2>Fontes <em>truetype</em></h2>
<p>Essa customização é uma das mais simples e pode ser feita sem necessidade de entrar no terminal. No caso, estarei mostrando o processo usando o KDE. Para GNOME, o processo é similar:<br />
Entre no Centro de Controle do KDE (navegue nos menus normalmente) e vá na opção Administração do Sistema| Instalador de Fontes. Ele irá carregar uma lista com todas as fontes instaladas no sistema. Clique em &#8220;Modo Administrador&#8221; e na janela que irá aparecer, dê a sua senha (normalmente é uma janela do <span style="font-family:monospace;">kdesudo</span>. Se for o <span style="font-family:monospace;">kdesu</span>, dê a senha de <span style="font-family:monospace;">root</span>). Uma borda vermelha irá se delinear ao redor da área onde está a lista de fontes. Clique em &#8220;Adicionar Fontes&#8221; e procure o diretório onde estão as fontes a serem instaladas. Selecione-as, dê OK e aguarde alguns instantes. Ele irá copiar as fontes para o diretório <span style="font-family:monospace;">/usr/share/fonts/truetype</span>, que é o diretório padrão de fontes do sistema. Todos os programas que forem abertos a partir de então terão acesso a esse pacote completo de fontes.<br />
Caso não esteja usando KDE e/ou prefira fazer isso usando linha de comando, uma sugestão dada na <a href="https://wiki.ubuntu.com/Fonts" target="_blank">wiki do Ubuntu</a> é a seguinte: vá ao diretório onde está suas fontes e digite os seguintes comandos:</p>
<blockquote>
<pre>sudo cp *.ttf /usr/share/fonts/truetype
sudo fc-cache -f -v</pre>
</blockquote>
<p>Com isso, suas fontes estarão habilitadas também!</p>
<h2>Papéis de Parede</h2>
<p>Papéis de parede são ainda mais facilmente customizáveis: basta como usuário <span style="font-family:monospace;">root</span> ou em <span style="font-family:monospace;">sudo</span> copiar os arquivos desejados no diretório <span style="font-family:monospace;">/usr/share/wallpapers</span>. Apenas tome cuidado para não sobre-escrever nenhuma imagem padrão do ambiente, para não comprometer integridade do sistema.<br />
Se você estiver usando o Kubuntu mais moderno, ou o Debian com KDE 4.0 ou melhor, existe uma pegadinha que pode dificultar ou até mesmo melhorar as coisas:  você pode criar diretórios com os papéis de parede em várias resoluções, o que facilita ajustes de tela sem arquele problema de deformação no papel de parede.<br />
Bem, acho que não existe mais o que falar sobre isso.</p>
<h2>Extensões do Firefox</h2>
<p>As extensões do Firefox podem ser disponibilizadas globalmente de duas formas diferentes, como pode ser lido no <a href="http://kb.mozillazine.org/Installing_extensions#Global_installation" target="_blank">MozillaZine Knowledge Base</a>. Em ambos os casos elas envolvem a cópia de arquivos dentro da pasta <code>/usr/share/mozilla/extensions</code>. A principal diferença é no comportamento final que terá o processo. Se você tiver já configurado o Firefox em um usuário de acordo com suas necessidades, pode ser útil as extensões <a href="https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/addon/2109" target="_blank">FEBE</a> e <a href="https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/addon/2942">CLEO</a>.</p>
<h3>Solução 1: Cópia dos instaladores de extensões</h3>
<p>Nesse método, os arquivos serão instalados pelo usuário em sua pasta local na primeira inicialização do Firefox. Nesse caso, o processo é o seguinte:</p>
<ol>
<li>Baixe as extensões desejadas em seu formato <code>.xpi</code>, os arquivos de instalação das extensões. No caso de as extensões já estarem instaladas em um Firefox de um usuário, utilize a extensão FEBE para realizar um Backup dos arquivos de instalação <code>.xpi</code> das extensões instaladas.</li>
<li>Vá ao diretório onde as extensões .xpi estão guardadas e copie-os para a pasta indicada anteriormente.</li>
</ol>
<p>A vantagem desse processo é que evita manipulações desnecessárias na estrutura do sistema. Em compensação, torna o processo de atualização do Firefox de maneira global um pouco mais complexo, uma vez que dependerá muito mais da intervenção do usuário.</p>
<p>Solução 2: Cópia das extensões instalada</p>
<p>Esse processo é mais simples, ainda que existam complicadores na usabilidade e/ou na segurança. Uma vez que você tenha configurado corretamente as extensões na pasta local de um usuário, vá ao diretório <code>.mozilla/firefox/&lt;diretorio_profile&gt;/extensions</code>. Se você precisar saber qual é o <span style="font-family:'Dejavu Sans Mono';background-color:#e9e9e8;">&lt;diretorio_profile&gt;</span>, abra o arquivo <span style="font-family:'Dejavu Sans Mono';background-color:#e9e9e8;">.mozilla/firefox/profiles.ini</span>,  localize o nome do perfil desejado (normalmente será o <span style="font-family:'Dejavu Sans Mono';background-color:#e9e9e8;">default</span>) e verifique a opção <code>Path</code> da mesma. Dentro desse diretório, use o seguinte comando.</p>
<blockquote><p><span style="font-family:monospace;">sudo cp -Rvf * /usr/share/mozilla/extensions</span></p></blockquote>
<p>Após terminar a cópia, para testar se todas as extensões estão OK, existe um truque: mova temporariamente o diretório <code>.mozilla </code>para <code>mozilla-old</code> com o comando <code>mv .mozilla mozilla-old</code> e execute o Firefox. Se tudo der certo, suas extensões irão aparecer, ainda que você seja obrigado a reconfigurar tudo.</p>
<p>Mas tudo bem: para voltar às suas preferências, faça o seguinte:</p>
<ol>
<li>remova o diretório <code>.mozilla</code> com <code>rm -rvf .mozilla</code>;</li>
<li>copie o diretório <code>mozilla-old</code> para .mozilla com <code>cp -Rvf mozilla-old .mozilla</code>;</li>
<li>remova o conteúdo da pasta de extensões do usuário com <span style="font-family:'Dejavu Sans Mono';background-color:#e9e9e8;">rm -rvf .mozilla/firefox/&lt;diretorio_profile&gt;/extensions/*</span>;</li>
</ol>
<p>Execute o Firefox. Tudo estando OK, o Firefox estará com as funcionalidades mantidas exatamente como estavam antes do processo. Qualquer coisa, apenas repita o processo mostrado anteriormente à exceção do passo 3 que tudo deve voltar a ser como antes.</p>
<p>Quando falamos sobre o problema na usabilidade e/ou na segurança, deve-se ao fato das permissões de arquivos na estrutra global. Isso ira afetar a localização e instalação de extensões. Nesse caso, existe a opção de deixar o Firefox sem atualizações automáticas, com um usuário sendo atualizado e copiado para as extensões globais com regularidade, ou então por meio da configuração de acesso a escrita às extensões por meio de <span style="font-family:'Dejavu Sans Mono';background-color:#e9e9e8;">chmod a+w -Rvf usr/share/mozilla/extensions</span>, Nesse caso, se quiser evitar que algum engraçadinho desinstale as extensões instaladas, você pode usar o comando <span style="font-family:'Dejavu Sans Mono';background-color:#e9e9e8;">chmod a+wt -Rvf usr/share/mozilla/extensions</span>, o que irá ativar o <em>sticky bit</em> (bit &#8220;colado&#8221;), que impede que os usuários apaguem arquivos dentro do diretório das extensões.</p>
<p><span style="font-size:x-large;"><strong>Modelos do BrOffice.org</strong></span></p>
<p>Esse é um tópico que, em especial, será interessante àqueles que estão usando o remastersys para configurar LiveCDs de instalação para máquinas corporativas. Existem algumas <a href="http://wiki.services.openoffice.org/wiki/Documentation/Administration_Guide/Adding_Template_Files">formas diferenciadas de instalação global</a> que irá depender do que você deseja.</p>
<p>No caso de apenas copiar alguns poucos modelos, apenas copie os modelos desejados para <code>/usr/lib/openoffice/basis&lt;versao_do_broffice.org&gt;/share/template</code> como super-usuário. Lembrando que os modelos devem estar nos formatos de <em>template</em> OpenDocument (<code>*.ot*</code>).</p>
<p>Já no caso de copiar pastas completas de modelos, existem algumas dificuldades maiores. Mas se for feito com cuidado, é um processo razoavelmente simples.</p>
<ol>
<li>Copie as pastas de modelos para algum local dentro da hierarquia principal do sistema (sugestões seriam em <code>/usr/share</code>, <code>/usr/local/share</code> e <code>/opt</code>).</li>
<li>Agora, como super-usuário, edite ou crie o arquivo <code>/usr/lib/openoffice/basis&lt;versao_do_broffice.org&gt;/share/r</code><code>egistry/data/org/openoffice/Office/Paths.xcu</code> e adicione o seguinte conteúdo nele:</li>
</ol>
<blockquote><p><code>&lt;?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?&gt;</code><br />
<code>&lt;oor:component-data xmlns:oor="<a class="linkification-ext" title="Linkification: http://openoffice.org/2001/registry" href="http://openoffice.org/2001/registry">http://openoffice.org/2001/registry</a>" xmlns:xs="<a class="linkification-ext" title="Linkification: http://www.w3.org/2001/XMLSchema" href="http://www.w3.org/2001/XMLSchema">http://www.w3.org/2001/XMLSchema</a>" oor:name="Paths" oor:package="org.openoffice.Office"&gt;</code><br />
<code> &lt;node oor:name="Paths"&gt;</code><br />
<code> &lt;node oor:name="Template"&gt;</code><br />
<code> &lt;prop oor:name="UserPaths" oor:type="oor:string-list"&gt;</code><br />
<code> &lt;value&gt;$(user)/template file://&lt;diretorio_das_suas_extensoes&gt;&lt;/value&gt;</code><code> &lt;/prop&gt;</code><br />
<code> &lt;prop oor:name="WritePath" oor:type="xs:string"&gt;</code><br />
<code> &lt;value&gt;file://</code><span style="font-family:'Dejavu Sans Mono';background-color:#e9e9e8;">&lt;diretorio_das_suas_extensoes&gt;</span><code>&lt;/value&gt;</code><br />
<code> &lt;/prop&gt;</code><br />
<code> &lt;/node&gt;</code><br />
<code> &lt;/node&gt;</code><br />
<code>&lt;/oor:component-data&gt;</code></p></blockquote>
<p>Onde <span style="font-family:'Dejavu Sans Mono';background-color:#e9e9e8;">&lt;diretorio_das_suas_extensoes&gt;</span> deve ser preenchido com o diretório onde você colocou seus modelos. No caso de vários diretórios diferentes, adicione cada um dos diretórios precedidos por <code>file:// </code>nas duas partes (<code>UserPaths</code>) e (<code>WritePath</code>)</p>
<blockquote><p><strong>Atenção:</strong> Caso você edite manualmente esse arquivo, copie o seu arquivo em outro. Caso o BrOffice.org não &#8220;suba&#8221;, abra novamente o arquivo, copie o conteúdo original do arquivo e tente novamente.</p></blockquote>
<p>Para saber se está tudo bem, abra o BrOffice.org, vá em <code>Arquivo | Novo | Modelo e Documentos</code>, Na página &#8220;Modelos&#8221; a sua pasta deve aparecer e os arquivos de modelos deverão estar lá!</p>
<p>OK&#8230; Vamos falar apenas desses casos: execute novamente <code>remastersys dist</code> e sua distro deverá estar melhor ainda ao abrir um Mozilla, suas extensões deverão estar lá (ainda que sem configurações), assim como Templates do BrOffice.org e afins.</p>
<p>Mas dá para melhorar ainda mais um tanto, deixando a cara do <em>boot</em> da sua &#8220;distro&#8221; mehor ainda:</p>
<p><span style="font-size:xx-large;"><strong>3-) Dando a sua cara: usuário &#8220;padrão&#8221;</strong></span></p>
<p>No caso, agora vamos com calma. Tudo começa com você criando um usuário adicional &#8220;limpo&#8221; que você irá usar para customizar totalmente as opções do ambiente. No nosso caso vamos criar um usuário <code>mykubuntu</code>. Na linha de comando dê o comando <code>sudo adduser mykubuntu</code>, Dẽ uma senha, confirme-a e as demais informações podem ficar em branco.</p>
<p>Agora, saia do seu usuário normal e logue-se como <code>mykubuntu</code>. Ao entrar no ambiente, comece a customizar o ambiente conforme a necessidade, configurando papel de parede, fontes, temas, configurações de extensões do Firefox, etc&#8230; Desse modo, você vai ter uma espécie de &#8220;modelo&#8221; que você irá usar para criar a cara do usuário &#8220;padrão&#8221; da sua &#8220;distro&#8221; remasterizada. As customizações podem envolver o que você achar adequado (adicionar ícones, customizar aparência, adicionar Widgets, etc&#8230;). Uma vez que você se dê por satisfeito, deslogue-se e retorne ao seu usuário normal.</p>
<p>Uma vez que você tenha logado, abra um terminal e use o comando <code>sudo -s</code>, para abrir um <em>shell</em> de <code>root</code>. Uma vez feito isso, você precisará copiar os arquivos do diretório do usuário criado (no nosso caso <span style="font-family:'Dejavu Sans Mono';background-color:#e9e9e8;">mykubuntu</span>) para dentro do diretório <code>/usr/skel</code>. Além disso, será necessário configurar a posse dos arquivos. No caso, digite os comandos abaixo:</p>
<blockquote><p><code>cp -Rvf /home/mykubuntu/* /etc/skel</code></p></blockquote>
<blockquote><p><code>chown root:root -Rvf /etc/skel</code></p></blockquote>
<p>Com esses dois comandos, você coloca os arquivos dentro de /etc/skel, um diretório usado para criar diretórios padrão de usuário. Como isso é copiado para os diretórios padrão de usuários, existe a vantagem adicional de permitir-se que definições padrão sejam adicionadas, o que oferece ganhos para aquele que deseja utilizar o remastersys para customizar um Debian/Ubuntu para uso corporativo e também para &#8220;Estações Virtuais&#8221;.</p>
<p>Como pode-se ver, o remastersys é uma ferramenta de altíssimo nível que, apesar de simples, oferece muitíssimas opções, e que, combinada com conhecimentos simples e pesquisas no google, oferece possibilidades muito interessantes para o usuário, tanto caseiro quanto corporativo. Espero que esse documento tenha sido do agrado de todos os leitores.</p>
</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:3019px;width:1px;height:1px;overflow:hidden;">
<blockquote><p><span style="font-family:monospace;">sudo remastersys dist</span></p></blockquote>
</div>
<br />Filed under: <a href='http://hogwartslinux.wordpress.com/category/free-software/'>Free Software</a>, <a href='http://hogwartslinux.wordpress.com/category/linux/'>Linux</a>, <a href='http://hogwartslinux.wordpress.com/category/software-livre/'>Software Livre</a>, <a href='http://hogwartslinux.wordpress.com/category/ubuntu/'>Ubuntu</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/hogwartslinux.wordpress.com/320/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/hogwartslinux.wordpress.com/320/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/hogwartslinux.wordpress.com/320/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/hogwartslinux.wordpress.com/320/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/hogwartslinux.wordpress.com/320/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/hogwartslinux.wordpress.com/320/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/hogwartslinux.wordpress.com/320/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/hogwartslinux.wordpress.com/320/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/hogwartslinux.wordpress.com/320/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/hogwartslinux.wordpress.com/320/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/hogwartslinux.wordpress.com/320/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/hogwartslinux.wordpress.com/320/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/hogwartslinux.wordpress.com/320/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/hogwartslinux.wordpress.com/320/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=hogwartslinux.wordpress.com&amp;blog=708751&amp;post=320&amp;subd=hogwartslinux&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://hogwartslinux.wordpress.com/2010/06/29/remasterizando-debianubuntu-usando-o-remastersys/feed/</wfw:commentRss>
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			<media:title type="html">FabioCosta</media:title>
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	</item>
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		<title>Configurando Ubuntu Linux como media server para Xbox360</title>
		<link>http://hogwartslinux.wordpress.com/2010/05/01/configurando-ubuntu-linux-como-media-server-para-xbox360/</link>
		<comments>http://hogwartslinux.wordpress.com/2010/05/01/configurando-ubuntu-linux-como-media-server-para-xbox360/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 02 May 2010 02:30:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Emilio Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Configurações]]></category>
		<category><![CDATA[Consoles]]></category>
		<category><![CDATA[Debian]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Free Software]]></category>
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		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[XBOX 360]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá! Já faz algum tempo que eu não posto nada no blog, e o motivo é que realmente não estava com assunto para postar. Porém, agora tem um bom assunto para postar. Como alguns sabem, tenho vários consoles de videogames, entre eles já citados um Nintendo DS (na verdade agora tenho um Nintendo DSi mais [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=hogwartslinux.wordpress.com&amp;blog=708751&amp;post=293&amp;subd=hogwartslinux&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Olá!</p>
<p align="justify">Já faz algum tempo que eu não posto nada no blog, e o motivo é que realmente não estava com assunto para postar. Porém, agora tem um bom assunto para postar.</p>
<p align="justify"><img src="http://hogwartslinux.files.wordpress.com/2010/05/xbox360.jpg?w=630" alt="XBOX 360" style="float:left;" />Como alguns sabem, tenho vários consoles de videogames, entre eles já citados um <a href="http://hogwartslinux.wordpress.com/2008/06/11/nintendo-ds-em-wifi-com-o-roteador-linksys-wrt54g/">Nintendo DS</a> (na verdade agora tenho um Nintendo DSi mais dois Nintendo DS) e um <a href="http://hogwartslinux.wordpress.com/2009/03/02/convertendo-videos-para-psp-no-linux/" target="_self">PSP</a>. Como não poderia deixar de ser, tenho meus consoles de mesa: um PS2, um Wii e um XBOX 360.</p>
<p align="justify">O último foi uma aquisição que fiz com o objetivo duplo de jogar (obviamente) e de utilizar como Media Center. Mas como tudo que envolve a Microsoft, descobri que existe um trabalho bastante significativo para colocar vídeos para rodar no XBOX 360, quem dirá disponibilizar esse vídeos em modo Media Server (ou seja, de modo que os vídeos estejam no computador caseiro e sejam buscados pelo XBOX via rede)</p>
<p align="justify">Em parte isso se deve a problemas de protocolo e em parte a formatos de arquivo. Então iremos dividir o artigo em duas partes. A primeira, sobre como codificar vídeos para o formato do XBOX 360, e a segunda sobre como disponibilizar os vídeos codificados da maneira correta via rede.</p>
<h3 align="justify">Codificando vídeos para o formato do XBOX 360</h3>
<p align="justify">O XBOX 360 possui <a href="http://support.microsoft.com/kb/945416/pt-br?sd=xbox">formatos muito determinados sobre como os videos devem ser codificados para ele</a>. No caso, adotaremos um enocde para WMV (Windows Media Video), e utilizaremos uma ferramenta gráfica para Linux, o <a href="http://hypervideoconve.sourceforge.net/">Hyper Video Converter</a>, que nada mais e que um frontend para <em>MPlayer/Mencoder</em> e <em>ffmpeg</em>. Procure e baixe no site o pacote .deb ou .rpm e instale conforme a suia distro. Ele irá criar um ícone no Menu K /Aplicações. Abra o programa. Ao abrir, uma janela como a abaixo irá aparecer.</p>
<p align="center"><img src="http://hogwartslinux.files.wordpress.com/2010/05/blogxbox363.png?w=630" /></p>
<p align="justify">Primeira coisa: você vai precisar criar um diretório onde você irá jogar seus arquivos encodados. No meu caso: <span style="font-family:monospace;">/home/teste/video</span>. Isso será importante no segundo estágio, quando formos disponibilizar os vídeos via rede. Por agora, escolha qualquer pasta. Em encoder, escolha ffmpeg. Iremos trabalhar com ele por enquanto. Clique em &#8220;Encoder Settings&#8221;. Você receberá uma janela como a seguinte:</p>
<p align="center"><img src="http://hogwartslinux.files.wordpress.com/2010/05/blogxbox360.png?w=630" /></p>
<p align="justify">No caso, ele já está com todas as informações sobre como o vídeo deve ser codificado, <a href="http://support.microsoft.com/kb/945416/pt-br?sd=xbox">segundo o link apresentado anteriormente</a>.No caso, optamos por encodar o vídeo em formato WMV2 em <em>Video Codec</em>, que é o único que permite encodar vídeos com saída em FullHD para ele. De qualquer modo, utilizaremos a resoloção como 720p, setada em <em>Video Size</em> (perceba que ela foi colocada em <em>Custom</em> e o valor digitado na caixa de texto em baixo). O <em>Aspect</em> foi deixado em 1:1 (acredito que isso permita que o <em>Aspect Ratio</em> original dos vídeos a serem encodados, sem os distorcer). Setamos o <em>Container Format</em> para ASF. Isso é importante pois o formato ASF é o <em>container</em> padrão para o Windows Media Video. O <em>Video Bitrate </em>pode ser definido para qualquer valor, mas acredito que entre 5000 a 10000 kbps é o suficiente. Menor <em>bitrate</em> implica em maior granulação, enquanto um <em>Bitrate </em>menor pode servir apenas para aumentar demais o arquivo (que ficará enorme). Deixe <em>Target </em>em default.pois ele serve apenas para alguns pré-defs relacionados com DVD (portanto, não é uma boa idéia mexer aí). O <em>Audio Format </em>ddverá ser configurado para wma2 (Windows Media Audio versão 2). <em>Audio Bitrate</em> pode ser deixado em qualquer valor, então 128 kbps deve ser um valor adequado (caso encode shows, pode desejar aumentar esse valor, conforme a qualidade das fontes originais). <em>Sample Rate </em>não têm restrições também, então deixamos em 44100 bps, que é o valor padrão para CD ou DVD.</p>
<p align="justify">Precisaremos de algumas configurações mais avançada, então clique em <em>Advanced Settings</em> para que a janela pareça com a seguinte:</p>
<p align="center"><img src="http://hogwartslinux.files.wordpress.com/2010/05/blogxbox361.png?w=630" /></p>
<p align="justify">A única coisa que precisamos deifinir aqui é o <em>Framerate</em>. Clique na caixa correspondente e defina o valor. No caso atual meu, defini como 25 fps. Se desejar, o limite é de 30 fps conforme <a href="http://support.microsoft.com/kb/945416/pt-br?sd=xbox">o link apresentado anteriormente</a>. </p>
<p align="justify">Na aba <em>Misc. Video Settings</em>, existem poucas opções interessantes.</p>
<p align="center"><img src="http://hogwartslinux.files.wordpress.com/2010/05/blogxbox362.png?w=630" /></p>
<p align="justify">Eu uso por costume <i>2-pass encoding</i>, mas segundo alguns não faz a menor diferença. Se tiver dúvidas, não mexa nessa aba e aceite os padrões, clicando em OK ao terminar. Clique em Open Files para adicionar videos para conversão. Se selecionar mais de um vídeo, selecione a opção <em>convert all input.</em> Mude a Extensão para wmv e clique em <em>Create Command</em>. Ele irá apresentar na caixa de diálogo de baixo a linha de comando a ser executada. Clique em <em>Convert</em> e aguarde.</p>
<p align="justify">A conversão demorará significativamente e, além disso, gerará arquivos enormes (700 MB para 20 min), portanto tenha muito HD livre ao tentar isso ou jogue a saída para um pendrive. Na realidade, precisaremos usar um Pendrive depois do vídeo convertido.</p>
<h4 align="justify">Testando o vídeo</h4>
<p align="justify">Uma vez que você tenha codificado seu vídeo (lembre-se de ter todos os <em>codecs </em>instalados em sua máquina, inclusive &#8211; e especialmente &#8211; os de WMV), o vídeo será colocado na pasta indicada em <em>Output Directory</em>, com o nome original e extensão definida em <em>Extension</em> (no nosso caso, wmv). Copie o arquivo para um <em>pendrive</em> e leve ao XBOX 360. Conecte o pendrive por uma das entradas USB, seja as traseiras (próximas à entrada de rede) ou as dianteiras (em baixo do botão de força, protegidas por uma tampa). Ligue o XBOX. </p>
<p align="center"><img src="http://hogwartslinux.files.wordpress.com/2010/05/dashboardxbox360_01.jpg?w=400&#038;h=300" height="300" width="400" /></p>
<p align="justify">No Dashboardo do XBOX 360, escolha a opção &#8220;<em>Biblioteca de Vídeo</em>&#8220;. Aperte A.</p>
<p align="center"><img src="http://hogwartslinux.files.wordpress.com/2010/05/dashboardxbox360_02.jpg?w=400&#038;h=300" height="300" width="400" /></p>
<p align="justify">A opção &#8220;<em>Dispositivo Portátil</em>&#8221; deverá estar acesa. Selecione-a e navegue no conteúdo do pendrive até achar o arquivo codificado. Selecione-o e clique em Executar. Ele deverá ser exibido. Caso não seja, verifique as configurações de vídeo anteriormente citadas e modifique-as até que o resultado final seja de seu agrado.</p>
<p align="justify">Para facilitar a vida, o <em>Hyper Video Converter</em> aceita que você salve <em>Profiles</em> de configurações de vídeo. Uma vez que você tenha a opção adequada, salve-a clicando em <em>Save Profile</em> no <em>Encoder Settings</em> e dê um nome ao mesmo na janela que irá aparecer (ele não <em>sobrescreve</em> profiles existentes). Para carregar um profile, clique em <em>Manage Profiles</em> na janela principal.</p>
<p align="center"><img src="http://hogwartslinux.files.wordpress.com/2010/05/blogxbox364.png?w=630" /></p>
<p align="justify">Escolha o programa utilizado (no nosso caso, <em>ffmpeg</em>) selecione o <em>profile</em> desejado e clique em <em>Load</em>.</p>
<p align="justify">Ok&#8230; Uma vez que o vídeo esteja funcionando corretamente, você irá se pegar pensando no tamanho do vídeo gerado e em como isso é dose de ter que ser feito o tempo todo. No caso, vamos utilizar o <a href="http://ushare.geexbox.org/">uShare</a> como servidor de mídia (Media Server), por meio do protocolo <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Universal_Plug_and_Play">uPnP A/V</a>.</p>
<h3 align="justify">Cnfigurando o Media Center</h3>
<p align="justify">Primeiro, instale como padrão o uShare conforme sua distro. A maioria das distros modernas oferecem o uShare a partir de seus repositórios padrão, assim como suas dependências. Use os comandos adequados para instalar o uShare.</p>
<p align="justify">Como root (ou usando <em>sudo</em>), abra um editor de arquvios e procure o arquivo <font face="monospace">/etc/ushare.conf</font>. Será necessárias algumas modificações nesse arquivo para disponibilizar os vídeos via rede. O arquivo irá se parecer com algo como abaixo.</p>
<pre># /etc/ushare.conf</pre>
<pre># Edit this file with 'dpkg-reconfigure ushare'</pre>
<pre># Configuration file for uShare</pre>
<pre># uShare UPnP Friendly Name (default is 'uShare').</pre>
<pre>USHARE_NAME=hufflepuff</pre>
<pre># Interface to listen to (default is eth0)</pre>
<pre># Ex : USHARE_IFACE=eth1</pre>
<pre>USHARE_IFACE=eth1</pre>
<pre># Port to listen to (default is random from IANA Dynamic Ports range)</pre>
<pre># Ex : USHARE_PORT=49200</pre>
<pre>USHARE_PORT=</pre>
<pre># Port to listen for Telnet connections</pre>
<pre># Ex : USHARE_TELNET_PORT=1337</pre>
<pre>USHARE_TELNET_PORT=</pre>
<pre># Directories to be shared (space or CSV list).</pre>
<pre># Ex: USHARE_DIR=/dir1,/dir2</pre>
<pre>USHARE_DIR=/home/teste/videos</pre>
<pre># Use to override what happens when iconv fails to parse a file name.</pre>
<pre># The default uShare behaviour is to not add the entry in the media list</pre>
<pre># This option overrides that behaviour and adds the non-iconv'ed string into</pre>
<pre># the media list, with the assumption that the renderer will be able to</pre>
<pre># handle it. Devices like Noxon 2 have no problem with strings being passed</pre>
<pre># as is. (Umlauts for all!)</pre>
<pre>#</pre>
<pre># Options are TRUE/YES/1 for override and anything else for default behaviour</pre>
<pre>USHARE_OVERRIDE_ICONV_ERR=yes</pre>
<pre># Enable Web interface (yes/no)</pre>
<pre>USHARE_ENABLE_WEB=yes</pre>
<pre># Enable Telnet control interface (yes/no)</pre>
<pre>USHARE_ENABLE_TELNET=no</pre>
<pre># Use XboX 360 compatibility mode (yes/no)</pre>
<pre>USHARE_ENABLE_XBOX=yes</pre>
<pre># Use DLNA profile (yes/no)</pre>
<pre># This is needed for PlayStation3 to work (among other devices)</pre>
<pre>USHARE_ENABLE_DLNA=no</pre>
<p align="justify">A maior parte das conbfigurações podem ser deixadas no padrão da distro. No caso, vamos falar das configurações que devem ser modificadas.</p>
<div align="justify">
<ul>
<li align="justify"><code>USHARE_NAME=hufflepuff - </code>Essa linha informa o nome pelo qual sua máquina será conhecida como Media Center. Escolha o nome que lhe aprouver;</li>
<li align="justify"><code>USHARE_IFACE=eth1 - </code>Essa linha indica qual interface de rede será usada como saída para o seu Media Center. A não ser que você tenha várias placas de rede e/ou algum problema com a interface de rede padrão (<em>eth0</em>), pode deixar em branco. Caso contrário, escolha a inferface a ser utilizada, lembrando que o XBOX 360 deve estar conectado fisicamente à estrutura de rede desejada;</li>
<li align="justify"><code>USHARE_DIR=/home/teste/video - </code>Essa linha é uma das que devem ser <em>obrigatoriamente</em> modificada. Ela indica onde o uShare deverá buscar arquivos de mídia. No meu caso, <font face="monospace"><span style="font-family:'Courier New,courier';">/home/teste/video</span></font>. Lembre-se de dar o mesmo caminho dado no <em>Hyper Video Converter</em>, ou então selecionar vários caminhos, separando-os por vírgulas.</li>
<li align="justify"><code>USHARE_ENABLE_WEB=yes - </code>Essa linha é útli ao administrar os compartlhamentos a serem buscados. Se você ativar essa opção, a janela de administração do uShare estará disponível em <code>http://&lt;servidor&gt;:&lt;porta&gt;/web/ushare.html</code>, onde <code>&lt;servidor&gt;</code> representa o IP ou DNS do servidor uShare (repare que esse nome <i>não precisa ser o mesmo</i> e <i>pode não ter relação com </i>o nome uPnP indicado em <font face="monospace">USHARE_NAME</font>) e&nbsp; <code>&lt;porta&gt;</code> <code></code> é a porta definida pelo uShare para atender (normalmente 49152, modificada em <font face="monospace"><span style="font-family:'Courier New,courier';">USHARE_PORT</span></font>);</li>
<li align="justify"><code>USHARE_ENABLE_TELNET=no -</code> Essa linha tem a mesma funcionalidade e uso da anterior, <font face="monospace"><span style="font-family:'Courier New,courier';">USHARE_ENABLE_WEB</span></font>, mas usando Telnet ao invés do navegador. Como isso pode ser um potencial furo de segurança (uma vez que o Telnet não é um protocolo conhecido pela segurança), é recomendável deixar essa opção em <code>no</code>;</li>
<li align="justify"><font face="monospace"><span style="font-family:'Dejavu Sans Mono';background-color:rgb(233,233,232);">USHARE_ENABLE_XBOX=yes</span></font> &#8211; Essa opção é a que define o suporte para o XBOX 360 e deve estar obrigatoriamente em <code>yes</code>;</li>
<li align="justify"><font face="monospace"><span style="font-family:'Dejavu Sans Mono';background-color:rgb(233,233,232);">USHARE_ENABLE_DLNA=no</span></font> &#8211; Essa opção define o suporte para alguns recursos avançados em uPnP A/V. Essa opção é usada em especial no PS3 e em outros Media Centers, mas usar essa opção no XBOX 360 apenas serve para confundir o sistema. No caso, deixe-a em <code>no</code> se for usar o XBOX 360 como Media Center;</li>
</ul>
</div>
<p align="justify">Com isso definimos toda a configuração necessária para o mesmo no Linux. Inicie o servidor conforme a distro (normalmente <code>service ushare start</code> como root). <strong>Nota: </strong>no Ubuntu por algum motivo o uShare ignora sumariamente a opção <font face="monospace"><span style="font-family:'Dejavu Sans Mono';background-color:rgb(233,233,232);">USHARE_ENABLE_XBOX=yes</span></font>, portanto devemos forçar o suporte a XBOX 360. Para isso, inicie o uShare em um terminal <code>ushare -x</code>. Antes disso, pare o servidor uShare (normalmente com <span style="font-family:'Dejavu Sans Mono';background-color:rgb(233,233,232);"><font face="monospace">sudo service ushare stop</font></span>). O uShare pode ser iniciado sem obrigatoriedade de superusuário por usar portas TCP altas (acima de 1024). Mantenha o terminal aberto enquanto não estiver o usando. Como opção, pode ser usado o comando <font face="monospace">nohup ushare -x &amp;</font> para fazer com que o uShare rode em <i>backgroung</i>.</p>
<h4 align="justify">Configuração no XBOX 360:</h4>
<p align="justify">Primeiro, ligue o XBOX 360 à rede onde o Media Server uShare está ligado (nomralmente conectando um cabo entre o roteador da rede do uShare e o XBOX 360). Em seguida, ligue o XBOX 360 e vá em &#8220;<em>Configurações de Sistema</em>&#8220;.</p>
<p align="center"><img src="http://hogwartslinux.files.wordpress.com/2010/05/dashboardxbox360_04.jpg?w=400&#038;h=300" height="300" width="400" /></p>
<p align="justify">Vá em Configurações de Rede.</p>
<p align="center"><img src="http://hogwartslinux.files.wordpress.com/2010/05/dashboardxbox360_12.jpg?w=400&#038;h=300" height="300" width="400" /></p>
<p align="justify">Selecione <em>Testar Conexão no PC</em>. Ele poderá dar um aviso de desconectar os usuários do videogame. Confirme e aguarde. Ele deverá aparecer uma máquina com o nome dado por voce em <span style="font-family:'Dejavu Sans Mono';background-color:rgb(233,233,232);">USHARE_NAME</span>.</p>
<p align="center"><img src="http://hogwartslinux.files.wordpress.com/2010/05/dashboardxbox360_13.jpg?w=400&#038;h=300" height="300" width="400" /></p>
<p align="justify">Tudo OK, aperte A e volte para o Dashboard e escolha a opção &#8220;<em>Biblioteca de Vídeo</em>&#8220;. Aperte A.</p>
<p align="justify">Deve ter uma opção com o nome da sua máquina. Escolha-a. Uma lista dos vídeos disponíveis na sua pasta deve aparecer. <strong>Atenção:</strong> ele não fará distinção de pastas, colocando todo o conteúdo dentro da pasta espalhado. Escolha o vídeo desejado e clique em Reproduzir:</p>
<p align="center"><img src="http://hogwartslinux.files.wordpress.com/2010/05/dashboardxbox360_06.jpg?w=400&#038;h=300" height="300" width="400" /></p>
<p align="justify">E aproveite os seus vídeos. Utilizar o XBOX 360 como Media Center dá um certo trabalho, mas vale a pena!</p>
<p align="justify">PS: As telas do XBOX 360 foram fotografadas com uma câmera FujiFilm FinePix s5100fd com alta qualidade a partir de uma teve LCD 32&#8243; buster 720p.</p>
<p><span id="more-293"></span>
<p align="justify"><strong>Update:</strong> Caso encode vídeos em 4:3 (<em>Full Screem</em>), configure o <em>Video Size</em> para 1024&#215;768. O XBOX 360 automaticamente centraliza a imagem em uma TV Widescreen. Não utilize o <em>Video Size</em> definido anteriormente, pois o vídeo irá ser &#8220;expandido&#8221;, e a imagem ficará distorcida.</p>
<p align="justify">=-=-=-=-= </p>
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			<media:title type="html">FabioCosta</media:title>
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			<media:title type="html">XBOX 360</media:title>
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		<title>Revertendo atualização (downgrade) de pacotes no Debian/Ubuntu</title>
		<link>http://hogwartslinux.wordpress.com/2009/12/16/revertendo-atualizacao-downgrade-de-pacotes-no-debianubuntu/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 17:18:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Emilio Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Faz bastante tempo que não posto nesse blog (acho que mais de 6 meses), mas a verdade é que eu não tinha nenhum tema interessante ou dica a dar. Continuei usando Linux (no caso, Ubuntu Karmic Koala 9.10), o que me atende muito bem.Recentemente, porém, tive um problema: devido a um problema de configuração do [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=hogwartslinux.wordpress.com&amp;blog=708751&amp;post=288&amp;subd=hogwartslinux&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">Faz bastante tempo que não posto nesse blog (acho que mais de 6 meses), mas a verdade é que eu não tinha nenhum tema interessante ou dica a dar. Continuei usando Linux (no caso, Ubuntu Karmic Koala 9.10), o que me atende muito bem.<br />Recentemente, porém, tive um problema: devido a um problema de configuração do meu <font face="monospace">sources.list</font> (arquivo de fontes de pacotes para Debian/Ubuntu), me vi pegando um pacote de drivers para placas de vídeo Intel GMA450 no Xorg que estava muito instável (caía o tempo todo com o KDE 4.3 e não permitia um uso adequado do sistema). Depois de instalar um outro gerenciador de janelas mais simples (optei pelo LXDE), conversei com o pessoal da sala <font face="monospace">#kubuntu</font> do Freenode e fui aconselhado a dar um <i>downgrade</i> (ou seja, reverter a atualização) do pacote de drivers do X. Como não sabia o que fazer, recorri ao Guia do Mochileiro das Galáxias (também conhecido como Google), e <a href="http://www.skorks.com/2009/07/downgrading-a-ubuntu-package/">obtive uma resposta</a>:<br />Bem, a primeira coisa é saber o nome do pacote a se dar o <i>downgrade</i>. No meu caso era <font face="monospace">xserver-xorg-video-intel</font>, mas utilizarei o mesmo exemplo da fonte em questão. Você irá precisar ir a um terminal e usar os comandos <font face="monospace">apt-cache</font> (para consultar as informações sobre o pacote) e <font face="monospace">aptitude</font> (para efetuar o <i>downgrade</i>). <br />Sabendo o nome do pacote, utilize o comando <font face="monospace">apt-cache showpkg &lt;pacotedesejado&gt;</font>, que irá listar quais versões do pacote em questão estão disponíveis no repositório. É importante que você note isso, pois pode acontecer que o repositório não possua a versão que você deseja do pacote. De qualquer modo, vamos por exemplo ver uma saída para o pacote <font face="monospace">sun-java6-jdk</font> (SDK do Java 6 que era o problema da <a href="http://www.skorks.com/2009/07/downgrading-a-ubuntu-package/">fonte de informação</a>):</p>
<blockquote><p><strong><code>apt-cache showpkg sun-java6-jdk</code></strong></p></blockquote>
<p>
<blockquote><code>Package: sun-java6-jdk</code><br /><code> Versions:</code><br /><code> <span style="background-color:rgb(255,255,0);">6-14-0ubuntu1.9.04</span> (/var/lib/apt/lists/security.ubuntu.com_ubuntu_dists_jaunty-proposed_multiverse_binary-amd64_Packages) (/var/lib/dpkg/status)</code><br /><code> Description Language:</code><br /><code> File: /var/lib/apt/lists/security.ubuntu.com_ubuntu_dists_jaunty-proposed_multiverse_binary-amd64_Packages</code><br /><code> MD5: cb47d4c49fa7317c472613b7010ef9d8</code><br /><code> <span style="background-color:rgb(0,255,0);">6-13-1</span> (/var/lib/apt/lists/au.archive.ubuntu.com_ubuntu_dists_jaunty_multiverse_binary-amd64_Packages)</code><br /><code> Description Language:</code><br /><code> File: /var/lib/apt/lists/au.archive.ubuntu.com_ubuntu_dists_jaunty_multiverse_binary-amd64_Packages</code><br /><code> MD5: cb47d4c49fa7317c472613b7010ef9d8</code><br /><code> Reverse Depends:</code><br /><code> sun-java6-source,sun-java6-jdk 6-14-0ubuntu1.9.04</code><br /><code> sun-java6-javadb,sun-java6-jdk 6-14-0ubuntu1.9.04</code><br /><code> sun-java6-demo,sun-java6-jdk</code><br /><code> sun-java6-demo,sun-java6-jdk 6-14-0ubuntu1.9.04</code><br /><code> libnb-java2-java,sun-java6-jdk</code><br /><code> libnb-java2-java,sun-java6-jdk</code><br /><code> sun-java6-source,sun-java6-jdk 6-13-1</code><br /><code> sun-java6-javadb,sun-java6-jdk 6-13-1</code><br /><code> sun-java6-demo,sun-java6-jdk</code><br /><code> sun-java6-demo,sun-java6-jdk 6-13-1</code><br /><code> glassfishv2-bin,sun-java6-jdk</code><br /><code> glassfishv2,sun-java6-jdk</code><br /><code> Dependencies:</code><br /><code> 6-14-0ubuntu1.9.04 - sun-java6-bin (5 6-14-0ubuntu1.9.04) libc6 (0 (null)) libx11-6 (0 (null)) debconf (18 0.5) debconf-2.0 (0 (null)) sun-java6-demo (0 (null)) sun-java6-doc (0 (null)) sun-java6-source (0 (null))</code><br /><code> 6-13-1 - sun-java6-bin (5 6-13-1) libc6 (0 (null)) libx11-6 (0 (null)) debconf (18 0.5) debconf-2.0 (0 (null)) sun-java6-demo (0 (null)) sun-java6-doc (0 (null)) sun-java6-source (0 (null))</code><br /><code> Provides:</code><br /><code> 6-14-0ubuntu1.9.04 - java6-sdk java5-sdk java2-sdk java2-compiler java-sdk java-compiler</code><br /><code> 6-13-1 - java6-sdk java5-sdk java2-sdk java2-compiler java-sdk java-compiler</code><br /><code> Reverse Provides:</code></p></blockquote>
</div>
<div align="justify">Perceba que tem dois números de versão destacados. O primeiro (em amarelo) representa a versão atualmente instalada, enquanto a segunda (em verde), a que desejamos instalar. Caso haja outras versões, pode obviamente ser usada quaisquer delas. A questão aqui é a seguinte: anote o nome da versão <i>como indicada</i>. Você precisará do valor exato para passar para o <font face="monospace">aptitude</font> para que ele possa instalar a versão desejada. Perceba também que pode acontecer problemas com dependências (versões antigas de dependências serem exigidas, etc), portanto tenha cuidado ao realizar essa operação.<br />Muito bem, uma vez que você tenha obtido o número de versão desejado do pacote, é hora de mandar o <font face="monospace">aptitude</font> instalar essa versão. Para isso, você irá usar o comando <font face="monospace">aptitude install &lt;pacotedesejado&gt;=&lt;versaodesejada&gt;</font>. Importante: esse comando exige poder de adminstrador (<i>root</i>) e, portante, exige <font face="monospace">su</font> ou <font face="monospace">sudo</font>. Vamos então utilizar o número de versão que anotamos na saída do <font face="monospace">apt-cache</font> como opção no comando que mostramos anteriormente.<br /> <br />
<blockquote><strong><code>sudo aptitude install sun-java6-jdk=</code></strong><code><span style="background-color:rgb(0,255,0);">6-13-1</span> </code></p></blockquote>
<p>A saída será similar à seguinte, que lembra bem a de um <font face="monospace">apt-get</font> normal:<br /><code><br /></code><br />
<blockquote><code> Reading package lists... Done</code><br /><code> Building dependency tree</code><br /><code> Reading state information... Done</code><br /><code> Reading extended state information</code><br /><code> Initializing package states... Done</code><br /><code> The following packages are BROKEN:</code><br /><code> sun-java6-jdk</code><br /><code> 0 packages upgraded, 0 newly installed, 1 downgraded, 0 to remove and 2 not upgraded.</code><br /><code> Need to get 17.7MB of archives. After unpacking 1925kB will be freed.</code><br /><code> The following packages have unmet dependencies:</code><br /><code> sun-java6-jdk: Depends: sun-java6-bin (= 6-13-1) but 6-14-0ubuntu1.9.04 is installed.</code><br /><code> The following actions will resolve these dependencies:</code><br /><code> Remove the following packages:</code><br /><code> sun-java6-fonts</code><br /><code> sun-java6-plugin</code><br /><code> Downgrade the following packages:</code><br /><code> sun-java6-bin [6-14-0ubuntu1.9.04 (jaunty-proposed, now) -&gt; 6-13-1 (jaunty)]</code><br /><code> sun-java6-jre [6-14-0ubuntu1.9.04 (jaunty-proposed, now) -&gt; 6-13-1 (jaunty)]</code><br /><code> Score is 188</code><br /><code> Accept this solution? [Y/n/q/?]  Y</code><br /><code> The following packages will be DOWNGRADED:</code><br /><code> sun-java6-bin sun-java6-jdk sun-java6-jre</code><br /><code> The following packages will be REMOVED:</code><br /><code> sun-java6-fonts{a} sun-java6-plugin{a}</code><br /><code> 0 packages upgraded, 0 newly installed, 3 downgraded, 2 to remove and 2 not upgraded.</code><br /><code> Need to get 50.7MB of archives. After unpacking 4096kB will be freed.</code><br /><code> Do you want to continue? [Y/n/?] Y</code></p></blockquote>
<p>Perceba que o <font face="monospace">aptitude</font> <i>irá</i> resolver todas as dependências, inclusive revertendo pacotes que sejam dependências do pacote revertido. É um comando que demanda muito cuidado, uma vez que ele pode levar dependências que não deveriam, inclusive podendo remover pacotes que tenham sido instalados pela nova versão do pacote a ser revertido. Analise a saída e, caso tenha certeza, confirme. Pode ser que, dependendo do pacote, você precise reiniciar o X (como foi meu caso) ou mesmo o computador, mas a reversão terá sido feita.<br />É importante isso pois pode acontecer (como aconteceu no meu caso) de pacotes muito novos gerarem instabilidade no uso do sistema. Tome muito cuidado ao atualizar o sistema e procure pegar pacotes apenas de fontes confiáveis. Se não tiver confiança, não é recomendável, por exemplo, buscar pacotes em PPAs (PPAs são repositórios de desenvolvimento que são utilizados para pacotes muito novos), como aconteceu comigo.</div>
<div class="zemanta-pixie"><img class="zemanta-pixie-img" alt="" src="http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=e6a5603c-c23f-85bd-a972-2ffe695cf099" /></div>
<br />Publicado em Comunidade, Debian, Dicas, Free Software, Software Livre, Ubuntu  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/hogwartslinux.wordpress.com/288/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/hogwartslinux.wordpress.com/288/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/hogwartslinux.wordpress.com/288/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/hogwartslinux.wordpress.com/288/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/hogwartslinux.wordpress.com/288/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/hogwartslinux.wordpress.com/288/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/hogwartslinux.wordpress.com/288/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/hogwartslinux.wordpress.com/288/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/hogwartslinux.wordpress.com/288/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/hogwartslinux.wordpress.com/288/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/hogwartslinux.wordpress.com/288/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/hogwartslinux.wordpress.com/288/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/hogwartslinux.wordpress.com/288/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/hogwartslinux.wordpress.com/288/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=hogwartslinux.wordpress.com&amp;blog=708751&amp;post=288&amp;subd=hogwartslinux&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">FabioCosta</media:title>
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		<item>
		<title>Chantecler, Música de Raiz e Direito Autoral</title>
		<link>http://hogwartslinux.wordpress.com/2009/03/05/chantecler-musica-de-raiz-e-direito-autoral/</link>
		<comments>http://hogwartslinux.wordpress.com/2009/03/05/chantecler-musica-de-raiz-e-direito-autoral/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 18:55:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Emilio Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos Autorais]]></category>
		<category><![CDATA[DRM]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá! Já ouviu falar na Discos Chantecler? Se você é fã de música de raiz (sertanejo), provavelmente já, pois o Galinho símbolo da Chantecler era símbolo do melhor do melhor da música sertaneja e de raiz, além de carimbar sucessos de artistas do da Jovem Guarda e do Romântico/Brega como Valdick Soriano, e ídolos como [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=hogwartslinux.wordpress.com&amp;blog=708751&amp;post=284&amp;subd=hogwartslinux&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá!</p>
<div align="justify"><img style="max-width:800px;float:left;margin-top:10px;margin-bottom:10px;margin-right:10px;" src="http://maisquatro.files.wordpress.com/2009/03/chantecler.jpg?w=201&#038;h=121" height="121" width="201" />Já ouviu falar na Discos Chantecler? Se você é fã de música de raiz (sertanejo), provavelmente já, pois o Galinho símbolo da Chantecler era símbolo do melhor do melhor da música sertaneja e de raiz, além de carimbar sucessos de artistas do da Jovem Guarda e do Romântico/Brega como Valdick Soriano, e ídolos como Sérgio Reis e Leandro e Leonardo no início de carreira. Grandes artistas da música de raiz, como Tonico e Tinoco, Trio Parada Dura, Milionário e José Rico, Irmas Galvão, Teixeirinha, Pena Branca e Xavantinho e outros eram estrelas da casa. Muitas músicas que hoje são do repertório da música de Raiz apareceram pela primeira vez nos discos da Chantecler.<br />Fundada em 1957, a Chantecler originalmente representava no Brasil e fazia a distribuição dos discos da toda poderosa à época RCA Victor. Quando esta, porém, começou operações no Brasil, eles decidiriam iniciar sua própria operação de produção de discos. Sua fábrica de discos foi estabelecida em vários locais na cidade de São Paulo, sendo sua última e mais famosa sede estabelecida perto dos prédios do banco Itaú na Avenida do Estado, quase chegando à Estação Dom Pedro I do metrô paulista. Com o tempo e uma certa queda na popularidade das músicas de raiz, a Chantecler acabou sendo comprada pela Warner Music em 19994, onde assumiu o novo nome de <i>East-West</i>. Portanto, ela detêm os fonogramas de todos os artistas que passaram pela Chantecler.<br />E o que tem isso de errado?<br />Eu morei por alguns anos em Borda da Mata, terra natal de minha mãe onde atualmente ambos os meus pais moram. Na época em que morei lá, meu pai comentou um caso que me fez refletir a questão do direito autoral: durante uma apresentação dos músicos <a target="_blank" href="http://www.lourencoelourival.com.br/">Lourenço &amp; Lourival</a> na Festa da Cidade, eles teriam dito que estavam &#8220;pirateando a si próprios&#8221;.<br />As pessoas podem se perguntar como é possível que um artista seja obrigado a se piratear, ou a pedir para ser pirateado, como o fez Hermeto Pascoal. Na realidade, existe uma coisa que as gravadoras não comentam sobre a relação (muitas vezes promíscua, <a target="_blank" href="http://www.salon.com/tech/feature/2000/06/14/love/">como Courtney Love disse certa vez</a>) entre artista e gravadoras. São raras as bandas cujo <i>copyright</i> dos fonogramas sejam realmente do artista. Casos como o de Enya, Metallica, Loreena McKennitt e Pato Fu são a exceção, e não a regra. Na maior parte das vezes, o fonograma (ou seja, as faixas do disco) são de <i>copyright</i> das gravadoras. Isso quer dizer que, embora a <i>obra</i> (ou seja, a música) seja do artista (em alguns casos), o <i>fonograma</i> (ou seja, a gravação da música), que em teoria é o que é pirateado (você não pirateia necessariamente a obra &#8211; ao gravar um MP3 no seu computador, o que você está gravando é um fonograma) na realidade pertence à gravadora. Ou seja, <i>nem o próprio artista</i> tem direitos sobre o fonograma assim distribuído, uma vez que esse fonograma (que ele compôs) <i>não é dele</i>.<br />Desse modo, fica a pergunta: qual é a questão verdadeira em cima da pirataria. Se o que é pirateado é o <i>fonograma</i>, em teoria pelo qual a indústria fonográfica já pagou ao artista, ele ainda é a vítima maior?<br />Eu deixo para o leitor pensar se é justo que o artista tenha que, ao se apresentar, pedir ao público comprar um CD que ele &#8220;pirateou dele próprio&#8221;.<br />Fontes: <a href="http://revivendoteixeirinha.blogspot.com/2007/06/chantecler-o-primeiro-ser-ouvido.html">Revivendo Teixeirinha</a> e <a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Chantecler">Wikipedia</a></div>
<div class="zemanta-pixie"><img class="zemanta-pixie-img" src="http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=cf8d55cb-bc2e-419c-a354-3d7b9643899b" /></div>
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<br />Publicado em Direitos Autorais, DRM, Internet, Opinião, Sociedade  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/hogwartslinux.wordpress.com/284/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/hogwartslinux.wordpress.com/284/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/hogwartslinux.wordpress.com/284/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/hogwartslinux.wordpress.com/284/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/hogwartslinux.wordpress.com/284/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/hogwartslinux.wordpress.com/284/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/hogwartslinux.wordpress.com/284/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/hogwartslinux.wordpress.com/284/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/hogwartslinux.wordpress.com/284/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/hogwartslinux.wordpress.com/284/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/hogwartslinux.wordpress.com/284/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/hogwartslinux.wordpress.com/284/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/hogwartslinux.wordpress.com/284/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/hogwartslinux.wordpress.com/284/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=hogwartslinux.wordpress.com&amp;blog=708751&amp;post=284&amp;subd=hogwartslinux&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">FabioCosta</media:title>
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		<media:content url="http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=cf8d55cb-bc2e-419c-a354-3d7b9643899b" medium="image" />
	</item>
		<item>
		<title>Convertendo vídeos para PSP no Linux</title>
		<link>http://hogwartslinux.wordpress.com/2009/03/02/convertendo-videos-para-psp-no-linux/</link>
		<comments>http://hogwartslinux.wordpress.com/2009/03/02/convertendo-videos-para-psp-no-linux/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 19:13:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Emilio Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Free Softwrae]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[PSP]]></category>
		<category><![CDATA[Shell Script]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá! Comprei recentemente um PSP devido a uma série de recursos. Continuo sendo um feliz dono de um Nintendo DS, mas alguns bons jogos do PSP, como Crisis Core: Final Fantasy, Patapon, LocoRoco e God of War me convenceram a comprar esse videogame. Além disso, a boa tela wide, de boa dimensão, se provou uma [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=hogwartslinux.wordpress.com&amp;blog=708751&amp;post=281&amp;subd=hogwartslinux&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá!</p>
<div align="justify"><img style="float:left;margin-top:10px;margin-bottom:10px;margin-right:10px;" src="http://hogwartslinux.files.wordpress.com/2009/03/800px-psp_slim__lite.png?w=300&#038;h=129" alt="800px-psp_slim__lite" title="800px-psp_slim__lite" class="alignleft size-medium wp-image-280" height="129" width="300" />Comprei recentemente um PSP devido a uma série de recursos. Continuo sendo um feliz dono de um Nintendo DS, mas alguns bons jogos do PSP, como <i>Crisis Core: Final Fantasy</i>, <i>Patapon,</i> <i>LocoRoco</i> e <i>God of War</i> me convenceram a comprar esse videogame. Além disso, a boa tela <i>wide</i>, de boa dimensão, se provou uma ótima forma de ver animes e seriados quando possível, bem melhor que as pequenas telas dos vários MP4/5/6 que já tive.<br />Mas como bom Linuxer, tive problemas para obter uma forma de converter vídeos nele. Segui vários tutoriais, sendo que nenhum deles funcionou. Vários dos scripts sugeriam o uso do <font face="monospace">ffmpeg</font>, mas tinha optado por usar o MPlayer/mencoder (nada contra o <font face="monospace">ffmpeg,</font> é apenas força de hábito). Foi quando cruzei com o <a target="_blank" href="http://www.gnome-look.org/content/show.php/PSP+Video+Encoder?content=81714"><i>scripts</i></a> automatizado para o Nautilus da GNOME-Look de conversão e achei perfeito&#8230; exceto que preferia trabalhar diretamente com o <i>shell</i> nesse caso, pois pretendia usar uma certa &#8220;magia negra&#8221; para automatizar as conversões (na verdade o velho e bom <font face="monospace">for i in ; do pspencode $i; done</font>). Peguei e fiz algumas adaptações, tirando códigos desnecessários para o meu uso e acrescentando novos códigos. No caso, o resultado é o script abaixo, que fica à disposição de todos.</div>
<blockquote><p><font face="monospace">#!/bin/bash</p>
<p>#<br /># Adapted from GNOME-Look&#8217;s PSP Video Converter Nautilus Script<br />#<br /># Original by CruelAngel<br />#<br /># Version by Fabio Costa<br />#</p>
<p></font><font face="monospace">INPUT=&#8221;$1&#8243;</font><br /><font face="monospace">LENG=${#INPUT}</font><br /><font face="monospace">let &#8220;LENG=LENG-4&#8243;</font><br /><font face="monospace">OUTPUT=${INPUT:0:$LENG}_psp.mp4</font><br /><font face="monospace">OUTPUTTHM=${INPUT:0:$LENG}_psp.thm</font></p>
<p><font face="monospace">ENCODER=mencoder</font><br /><font face="monospace">AUDIO_BITRATE=64</font><br /><font face="monospace"># 768 for higher quality</font><br /><font face="monospace">AVG_BITRATE=512</font><br /><font face="monospace">VIDEO_MAX_BITRATE=1000</font><br /><font face="monospace">#NICENESS=20</font><br /><font face="monospace">CHAPTER=25</font><br /><font face="monospace">LANGUAGE=en</font><br /><font face="monospace">#First pass</font><br /><font face="monospace">$ENCODER &#8220;${INPUT}&#8221; -alang ${LANGUAGE} -sws 9 -vf scale=480:272,harddup,unsharp=l3x3:0.7,expand=480:272 -oac faac -faacopts br=${AUDIO_BITRATE}:mpeg=4:object=2:raw -channels 2 -srate 48000 -ovc x264 -x264encopts bitrate=${AVG_BITRATE}:global_header:partitions=all:trellis=1:pass=1:vbv_maxrate=${VIDEO_MAX_BITRATE}:vbv_bufsize=2000:level_idc=30:me=umh:subq=6 -of lavf -lavfopts format=psp -o &#8220;${OUTPUT}&#8221;</p>
<p># NEW: Generate a thumbnail for previewing on PSP<br /></font><br /><font face="monospace"># Takes 5 frames from 30 seconds after begin of video. 5 was an arbitrary number <br />#&nbsp; based on a MPlayer issue that even using -ss, the first frame taken came from <br /># the first frame of the video. So, you&#8217;ll take more frames (5 a good shot) and use<br /># only the last one</p>
<p>mplayer -frames 5 -ss 30 -vo jpeg -nosound &#8220;${INPUT}&#8221; </font></p>
<p><font face="monospace">#<br /># Convert the last frame for the correct dimensions and renaming it so PSP detects it as <br /># the video thumbnail<br />#<br />convert 00000005.jpg -scale 160&#215;120 &#8220;${OUTPUTTHM}&#8221;</font></p>
<p><font face="monospace">#<br /># Removing the temporary frames<br />#<br />rm 00000001.jpg 00000002.jpg 00000003.jpg 00000004.jpg 00000005.jpg</font></p></blockquote>
<div align="justify">Após converter os vídeos, basta gravar eles na pasta /video do cartão Memory Stick do seu PSP e assistir sua série, anime ou vídeo desejado.</div>
<p>Espero que esse script seja útil e agradeço ao pessoal da GNOME-Look pelo script original.<br />Para completar, uma dica: no caso de vídeos <i>Fullscreen</i> (4:3), a visão normal do PSP <i>widescreen</i> (16:9) distorce a imagem. Para corrigir, enquanto assiste o filme aperte o botão <b>Triângulo</b> e escolha a opção Modo de Ecrã (<i>Screen Mode</i>), confirmando com o botão X, que o vídeo será apresentado no formato adequado, sem exigir &#8220;gambiarras&#8221; para a codificação do vídeo.<br />Powered by <a href="http://www.scribefire.com/">ScribeFire</a>.</p>
<div class="zemanta-pixie"><img class="zemanta-pixie-img" src="http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=050d9f2e-aa88-42b9-904f-19cded4993a3" /></div>
<p class="scribefire-powered">Powered by <a href="http://www.scribefire.com/">ScribeFire</a>.</p>
<br />Publicado em Free Softwrae, Linux, PSP, Shell Script, Software Livre, Tecnologia  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/hogwartslinux.wordpress.com/281/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/hogwartslinux.wordpress.com/281/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/hogwartslinux.wordpress.com/281/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/hogwartslinux.wordpress.com/281/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/hogwartslinux.wordpress.com/281/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/hogwartslinux.wordpress.com/281/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/hogwartslinux.wordpress.com/281/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/hogwartslinux.wordpress.com/281/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/hogwartslinux.wordpress.com/281/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/hogwartslinux.wordpress.com/281/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/hogwartslinux.wordpress.com/281/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/hogwartslinux.wordpress.com/281/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/hogwartslinux.wordpress.com/281/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/hogwartslinux.wordpress.com/281/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=hogwartslinux.wordpress.com&amp;blog=708751&amp;post=281&amp;subd=hogwartslinux&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">FabioCosta</media:title>
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		<title>Campus Party 2009 &#8211; Resumo da Ópera (Longo)</title>
		<link>http://hogwartslinux.wordpress.com/2009/01/28/campus-party-2009-resumo-da-opera-longo/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Jan 2009 14:22:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Emilio Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campus Party]]></category>
		<category><![CDATA[Campus Party 2009]]></category>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[OK&#8230; Já vai alguns dias que acabou a Campus Party, e portanto é uma ótima hora para falar sobre ela, sem muita pressão e tal. Desse modo, posso comentar os bons e ruins sem muito medo.Bem, se você não quer saber sobre a Campus Party, pule esse post pois ele é muito, MUITO LONGO MESMO!!!Então, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=hogwartslinux.wordpress.com&amp;blog=708751&amp;post=275&amp;subd=hogwartslinux&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">OK&#8230; Já vai alguns dias que acabou a Campus Party, e portanto é uma ótima hora para falar sobre ela, sem muita pressão e tal. Desse modo, posso comentar os bons e ruins sem muito medo.<br />Bem, se você não quer saber sobre a Campus Party, pule esse <i>post</i> pois ele é muito, MUITO LONGO MESMO!!!<br />Então, prepare-se para a viagem!<br />
<h2><span id="more-275"></span>Dia 1 (Segunda, dia 19/01) &#8211; A Chegada</h2>
<div align="justify"><a href="http://www.flickr.com/photos/fabiocosta0305/3219019996/" title="CampusParty2009-Dia1_001.jpg por fabiocosta0305, no Flickr"><img style="float:left;margin-top:10px;margin-bottom:10px;margin-right:10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3330/3219019996_c8e0ecca9f_t.jpg" alt="CampusParty2009-Dia1_001.jpg" width="100" height="75" /></a>OK&#8230; Malas prontas, saí de casa cedo para estar no Centro de Exposições Imigrantes bem cedo. Isso na verdade se deveu mais ao fato de estar com muita, muita mala mesmo, o que prejudicava o deslocamento (malas pesadas não ajudam) e portanto o ideal era chegar o mais cedo possível no Centro de Exposições Imigrantes e desse modo evitar questões de segurança. <a href="http://www.flickr.com/photos/fabiocosta0305/3218177209/" title="CampusParty2009-Dia1_033.jpg por fabiocosta0305, no Flickr"><img style="float:right;margin-top:10px;margin-bottom:10px;margin-left:10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3263/3218177209_c6a1798cc4_t.jpg" alt="CampusParty2009-Dia1_033.jpg" width="100" height="75" /></a> Não que eu tivesse a esperança de chegar e a fila estar pequena. A fila estava bem grande quando cheguei, e piorou com o tempo, uma vez que o credenciamento foi liberado apenas a partir do meio-dia.<br /><a href="http://www.flickr.com/photos/fabiocosta0305/3219031728/" title="CampusParty2009-Dia1_040.jpg por fabiocosta0305, no Flickr"><img style="float:left;margin-top:10px;margin-bottom:10px;margin-right:10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3106/3219031728_8786feae74_t.jpg" alt="CampusParty2009-Dia1_040.jpg" width="100" height="75" /></a>Bem, o credenciamento foi aberto e bem rápido. Em menos de cinco minutos já estava com a credencial que me acompanharia durante todo o evento (principalmente porque era por ela que era feita toda a conferência dos equipamentos). Em seguida algum quiprocó aconteceu: foi informado que não era necessário realizar o cadastramento do equipamento para ir pegar a barraca, mas na verdade essa regra se aplicava apenas para <i>desktops</i>. <a href="http://www.flickr.com/photos/fabiocosta0305/3218183811/" title="CampusParty2009-Dia1_058.jpg por fabiocosta0305, no Flickr"><img style="float:right;margin-top:10px;margin-bottom:10px;margin-left:10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3302/3218183811_f53348b331_t.jpg" alt="CampusParty2009-Dia1_058.jpg" width="100" height="75" /></a>Como tinha um <i>notebook</i>, fui barrado na entrada da área do camping. Tudo bem, um pouco de desinformação não é algo tão negativo, então lá fui realizar o cadastramento do notebook e instalá-lo, de modo que pudesse levar o resto das coisas para a barraca. Sem problemas, cadastramento até bem rápido: etiqueta colada no tampo do notebook e lá fomos nós para instalar a máquina em um dos pontos na área de Software Livre. <a href="http://www.flickr.com/photos/fabiocosta0305/3219036528/" title="CampusParty2009-Dia1_060.jpg por fabiocosta0305, no Flickr"><img style="float:left;margin-top:10px;margin-bottom:10px;margin-right:10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3459/3219036528_114b0bb371_t.jpg" alt="CampusParty2009-Dia1_060.jpg" width="100" height="75" /></a>Peguei um ponto de rede e uma tomada e liguei o notebook (obviamente colocando um filtro de linha para tomadas extras para carregadores de pilha e de aparelhos, como meu Palm, DS, ou celular). Em seguida, fui buscar a barraca.<br /><a href="http://www.flickr.com/photos/fabiocosta0305/3219036638/" title="CampusParty2009-Dia1_061.jpg por fabiocosta0305, no Flickr"><img style="float:right;margin-top:10px;margin-bottom:10px;margin-left:10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3495/3219036638_23ae5aa350_t.jpg" alt="CampusParty2009-Dia1_061.jpg" width="100" height="75" /></a>A barraca tinha sido uma de minhas maiores preocupações. Com o meu tamanho avantajado (sim, sou gordo mesmo), tinha meio que sido &#8220;aterrorizado&#8221; por amigos que foram na Campus Party em 2008 dizendo que a barraca era pequena e que eu não iria caber na mesma. A verdade é que, sim, a barraca é pequena, mas não, eu acabei cabendo nela com minhas coisas. As dimensões dela se provaram razoáveis, mas não a minha idéia de usar um saco de dormir: acabei indo no Pão de Açúcar comprar um cadeado e um colchão de ar, o que acabou sendo a minha salvação. A foto ao lado mostra que coube bem as minhas coisas e eu (a área onde está o saco de dormir). Mas ela continuava cabendo apena UM Fábio (duas pessoas <i>my ass</i>).<br /><a href="http://www.flickr.com/photos/fabiocosta0305/3218188161/" title="CampusParty2009-Dia1_073.jpg por fabiocosta0305, no Flickr"><img style="float:left;margin-top:10px;margin-bottom:10px;margin-right:10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3533/3218188161_5b95c8ebe4_t.jpg" alt="CampusParty2009-Dia1_073.jpg" width="100" height="75" /></a>Continuando a &#8220;odisséia&#8221;, fiz a atualização do sistema Debian do notebook e fui &#8220;almoçar&#8221;. Embora tenha comprado o pacote de alimentação, sabia que ele não valia para o almoço nesse primeiro dia. Mas tinha uma área de alimentação, onde acabei comendo um crepe francês de frango com catupiry. Só para constar, eram mais de 6 da tarde quando fui comer. Pombas, eu tinha instalado meu <i>notebook</i>, levado as coisas para barraca, estava cansado e suado. Em uma situação dessa você primeiro toma um banho para espantar o cansaço e a nhaca e depois vai comer! <img src='http://s2.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> <br /><a href="http://www.flickr.com/photos/fabiocosta0305/3219046394/" title="CampusParty2009-Dia1_095.jpg por fabiocosta0305, no Flickr"><img style="float:left;margin-top:10px;margin-bottom:10px;margin-right:10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3495/3219046394_59b6a24e72_t.jpg" alt="CampusParty2009-Dia1_095.jpg" width="100" height="75" /></a><a href="http://www.flickr.com/photos/fabiocosta0305/3219048364/" title="CampusParty2009-Dia1_101.jpg por fabiocosta0305, no Flickr"><img style="float:right;margin-top:10px;margin-bottom:10px;margin-left:10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3479/3219048364_ccbf92e672_t.jpg" alt="CampusParty2009-Dia1_101.jpg" width="100" height="75" /></a>Nesse primeiro dia as coisas não foram tão movimentadas, portanto deu para dar um rolê e fazer até mesmo um pouco de tietagem: tirar uma foto com John &#8220;Maddog&#8221; Hall e com o Marcelo Branco. O Maddog é um cara de uma simpatia ímpar, que atende qualquer um que fale com ele (obviamente em inglês) e o Marcelo Branco tem toda a pinta de ser o cara da &#8220;linha de frente&#8221; da Campus Party.<br /><a href="http://www.flickr.com/photos/fabiocosta0305/3219049168/" title="CampusParty2009-Dia1_104.jpg por fabiocosta0305, no Flickr"><img style="float:left;margin-top:10px;margin-bottom:10px;margin-right:10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3112/3219049168_643aa1866d_t.jpg" alt="CampusParty2009-Dia1_104.jpg" width="100" height="75" /></a>Bem, era hora então de ver uma coisa que me acompanharia pelo resto do evento: a comida do pacote de alimentação. Se ela fosse ruim, ter gasto 150 reais se comprovaria um grande <i>Epic Fail</i>. Bem, então lá fomos nós encarar a janta no bandejão (brincadeira). O sistema era o clássico self-service <i>all youu can eat</i>. A comida não tinha lá muita variedade (apenas uma opção de carne e duas de salada pelo que lembro), mas era bem feita e o refrigerante era incluído na faixa e pensado nas pessoas com diabetes (como eu) pois tinha sempre uma opção <i>zero</i>. Uma pena que nunca tenha sido Pepsi Zero e sim Guaraná Antártica (que é boa também).<br /><a href="http://www.flickr.com/photos/fabiocosta0305/3218227181/" title="CampusParty2009-Dia1_212.jpg por fabiocosta0305, no Flickr"><img style="float:left;margin-top:10px;margin-bottom:10px;margin-right:10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3305/3218227181_e150f92b05_t.jpg" alt="CampusParty2009-Dia1_212.jpg" width="100" height="75" />D</a>epois da janta não foi muito o que teve-se para fazer, exceto esperar dar meia-noite para a abertura oficial da Campus Party. Porém, a espera foi bem recompensada: no primeiro Sarau Digital, o Teatro Mágico deu uma palhinha do que iria acontecer no dia seguinte, quando iria tocar para valer. Eu tenho que admitir, não sou fã do Teatro Mágico, mas a musicalidade é fantástica e a <i>vibe</i> é muito boa. Para quem quiser conferir mais fotos, separei as fotos do Teatro Mágico em <a target="_blank" href="http://www.flickr.com/photos/fabiocosta0305/sets/72157613006495567/">um álbum único no Flickr</a>.<br />E após isso, fui para a minha barraca dormir e me preparar para o segundo dia, que foi quando as coisas realmente começaram a acontecer.<br />
<h2>Dia 2 (Terça, dia 20/01) &#8211; As palestras<br /></h2>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/fabiocosta0305/3219123612/" title="CampusParty2009-Dia2_107.jpg por fabiocosta0305, no Flickr"><img style="float:left;margin-top:10px;margin-bottom:10px;margin-right:10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3267/3219123612_5fa4f5e4a2_t.jpg" alt="CampusParty2009-Dia2_107.jpg" width="100" height="75" /></a>A manhã da Terça para mim foi dedicada a fotos dos Moddings e outras coisas interessantes do Campus Party. Não tinha nenhuma palestra em especial que me interessa-se nessa manhã. As coisas ficaram interessantes com a palestra de <i>Sir</i> Tim Berners-Lee ao meio-dia, no Espaço Telefônica (palco Principal), onde ele falou sobre o surgimento da Web e o conceito da Web Semântica. Acho bem interessante esse conceito, mas apesar do otimismo de Berners-Lee continuo achando que vai levar algum tempo até termos uma Web realmente semântica. Até porque <i>semântica</i> implica em contextualização, e computadores ainda não são nada bons nisso. Portanto, antes de mais nada temos que encontrar meios de fazer os computadores entender o contexto, para depois aproveitar a semantica.<br /><a href="http://www.flickr.com/photos/fabiocosta0305/3218286073/" title="CampusParty2009-Dia2_144.jpg por fabiocosta0305, no Flickr"><img style="float:right;margin-top:10px;margin-bottom:10px;margin-left:10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3414/3218286073_88d1a0382a_t.jpg" alt="CampusParty2009-Dia2_144.jpg" width="100" height="75" /></a>Depois a tarde também não foi de muitas palestras interessantes. Portanto fui bater perna nos Estandes da Área Expo &amp; Lazer da CP. Destaque para o estande do Terra, com sua massagem; para a F-Secure e todos os Wii a disposição de campuseiros e visitantes; a TV Cultura sempre presente com sua IPTVCultura e muita coisa interessante; e à Abril que levou algo normalmente não muito presente em eventos desse tipo: coelhinhas da Playboy!! Claro que não sou bobo e aproveitei para tirar a foto com as beldades, mas não passei a mão nelas, como alguns indivíduos fizeram. Mas mais sobre isso adiante.<br /><a href="http://www.flickr.com/photos/fabiocosta0305/3218313523/" title="CampusParty2009-Dia2_230.jpg por fabiocosta0305, no Flickr"><img style="float:left;margin-top:10px;margin-bottom:10px;margin-right:10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3374/3218313523_7e0fb3c027_t.jpg" alt="CampusParty2009-Dia2_230.jpg" width="75" height="100" /></a><a href="http://www.flickr.com/photos/fabiocosta0305/3218312249/" title="CampusParty2009-Dia2_225.jpg por fabiocosta0305, no Flickr"><img style="float:right;margin-top:10px;margin-bottom:10px;margin-left:10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3332/3218312249_cd6c3456a3_t.jpg" alt="CampusParty2009-Dia2_225.jpg" width="75" height="100" /></a>Uma das palestras que não assisti inteiras foi a de Gilberto Gil. Não porque eu ache ele chato (é até divertido), mas que eu não estava realmente com muito saco para palestras naquele momento. Mas foi legal ver ele falando que originalmente era um tanto tecnófobo (o que transparece em letras mais antigas) e atualmente é um defensor do uso de tecnologia. Ou seja: um cara com mente aberta. Por incrível que possa parecer, essa palestra foi boa para testar os ajustes manuais da minha Fujifilm Finepix s1000fd, companheira que substituiu a Sony Cybershot W30 antiga. E sim, descobri que ajuste auto + local escuro + distância + flash = FAIL.  Além disso, uma foto que é bem interessante: pelo que percebi, o Fernando Anitelli, do Teatro Mágico, estava assistindo a palestra. Pelo menos a barbicha parece. <br /><a href="http://www.flickr.com/photos/fabiocosta0305/3218321939/" title="CampusParty2009-Dia2_253.jpg por fabiocosta0305, no Flickr"><img style="float:left;margin-top:10px;margin-bottom:10px;margin-right:10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3455/3218321939_92f657c080_t.jpg" alt="CampusParty2009-Dia2_253.jpg" width="75" height="100" /></a>Depois disso, peguei meu notebook e fui para a palestra de Podcasts, que me impediu de ver o resto da palestra do Gil. A palestra seria dada em duas partes, uma na terça e outra na quarta, mas na quarta o palestrante teve problemas de ordem pessoal e acabou não indo. Desse modo, ficou sendo apenas essa parte, mas as dicas que ele deu sobre as idéias de como fazer um podcast e tudo o mais valeram, em especial as dicas sobre o uso do Audacity.<br /><a href="http://www.flickr.com/photos/fabiocosta0305/3218322995/" title="CampusParty2009-Dia2_257.jpg por fabiocosta0305, no Flickr"><img style="float:right;margin-top:10px;margin-bottom:10px;margin-left:10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3429/3218322995_161403af58_t.jpg" alt="CampusParty2009-Dia2_257.jpg" width="100" height="75" /></a>Na verdade, a terça ainda estava meio fraca. A partir da quarta é que o bicho realmente começou a pegar, então fui dormir. Antes de ir para a cama, uma coisa me chamou a atenção foi o <a href="http://www.vidadeviajante.com.br">casal de Floripa que transformou uma kombi em casa</a> e sairam pelo&nbsp; Brasil afora, trabalhando e fazendo tudo dentro da kombi. O papo meu com eles foi bem rápido, mas interessante, pois eles contaram as questões das complexidades da vida deles <i>on-the-road</i> e como eles se viram para fazer as coisas.<br />Então, depois disso fui dormir, me preparando para o dia seguinte.<br />&nbsp;<br />
<h2>Dia 3 (Quarta, dia 21/01) &#8211; <i>Loot</i><br /></h2>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/fabiocosta0305/3218327449/" title="CampusParty2009_Dia3_012.jpg por fabiocosta0305, no Flickr"><img style="float:right;margin-top:10px;margin-bottom:10px;margin-left:10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3406/3218327449_5bba6eb55a_t.jpg" alt="CampusParty2009_Dia3_012.jpg" width="100" height="75" /></a><a href="http://www.flickr.com/photos/fabiocosta0305/3219176032/" title="CampusParty2009_Dia3_002.jpg por fabiocosta0305, no Flickr"><img style="float:left;margin-top:10px;margin-bottom:10px;margin-right:10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3489/3219176032_a3f9a68504_t.jpg" alt="CampusParty2009_Dia3_002.jpg" width="75" height="100" /></a>O dia começou calmo e, após um café da manhã, fui assistir uma palestra sobre Python. Tenho que admitir que Python continua sendo uma linguagem que não me agrada. Na verdade, não há um motivo lógico sobre porque não gosto do Python: costumo dizer que é uma birra pessoal minha com algumas características da linguagem (o que é a pura verdade). Não que ela seja ruim: ela é ótima. Só não me agrada nem um pouco. De qualquer modo a palestra estava bem interessante, mas decidi passear um pouco na Expo &amp; Lazer, onde fui fazer uma massagem no <i>stand</i> do Terra que, além de muito boa, me rendeu um <i>squeeze</i> metálico bastante bom! <img src='http://s2.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' />  E aqui começou o <i>loot</i> (saque) do dia, onde também consegui várias camisetas, <i>buttons</i>, bonés, etc&#8230;<br /><a href="http://www.flickr.com/photos/fabiocosta0305/3219182630/" title="CampusParty2009_Dia3_025.jpg por fabiocosta0305, no Flickr"><img style="float:right;margin-top:10px;margin-bottom:10px;margin-left:10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3518/3219182630_907c37c6fc_t.jpg" alt="CampusParty2009_Dia3_025.jpg" width="100" height="75" /></a><a href="http://www.flickr.com/photos/fabiocosta0305/3219180926/" title="CampusParty2009_Dia3_018.jpg por fabiocosta0305, no Flickr"><img style="float:left;margin-top:10px;margin-bottom:10px;margin-right:10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3080/3219180926_f8b2b384c3_t.jpg" alt="CampusParty2009_Dia3_018.jpg" width="75" height="100" /></a>Também vi alguns projetos muito legais, como o do cara que usou o <i>Wiimote</i> para criar uma experiência de realidade virtual (nada que quem já tenha jogado Redsteel não tenha visto antes, mas com tecnologia brazuca é a primeira vez que vi) e a do Earthwalk, um sistema que permite a você literalmente andar no Google Earth. Me senti o próprio Godzilla!!! <img src='http://s2.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' />  <br />Graças a esse passeio, porém, perdi a palestra do Júlio Neves sobre Expressões Regulares. Como tava muito em cima para a palestra de Podcasts (que não teve), tive que me mandar. Peguei o notebook e me mandei para a palestra De lá almocei e fui no stand do Yahoo!, onde ganhei a conta Flickr Pro que desejava! Pude então postar todas as fotos que tinha tirado da Campus Party até então!<br /><a href="http://www.flickr.com/photos/fabiocosta0305/3219187026/" title="CampusParty2009_Dia3_036.jpg por fabiocosta0305, no Flickr"><img style="float:right;margin-top:10px;margin-bottom:10px;margin-left:10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3418/3219187026_cf2e0b97d0_t.jpg" alt="CampusParty2009_Dia3_036.jpg" width="75" height="100" /></a><a href="http://www.flickr.com/photos/fabiocosta0305/3219190122/" title="CampusParty2009_Dia3_044.jpg por fabiocosta0305, no Flickr"><img style="float:left;margin-top:10px;margin-bottom:10px;margin-right:10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3387/3219190122_9731b043c4_t.jpg" alt="CampusParty2009_Dia3_044.jpg" width="100" height="75" /></a>Como não poderia deixar de ser, a Campus Party é cheia de figuras aleatórias ligadas ou não à tecnologia. Desde a blogueira e VJ Mari Moon até mesmo a seres mais bizarros ainda, como o famoso (!?) Mr. Lúdico! Pude registrar ele rapidamente na Campus Party e deixar como prova de que ele existe (o que não sabemos sobre outras coisas, como, por exemplo, o Acre <img src='http://s2.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> ). Essa foto foi tirada enquanto estava voltando para a palestra de Fotografia Digital. Foi legal que a palestra ajudou a desmistificar várias coisas, como a questão das fotos muito escuras ou &#8220;estouradas&#8221;. Algumas fotos muito escuras podem ser boas, assim como fotos &#8220;estouradas&#8221;. Tudo depende do que você quis passar na foto. A palestra também foi boa por elucidar alguns mistérios para os não iniciados, principalmente quanto a questão de zoom, abertura, velocidade e afins.<br /><a href="http://www.flickr.com/photos/fabiocosta0305/3218346981/" title="CampusParty2009_Dia3_070.jpg por fabiocosta0305, no Flickr"><img style="float:left;margin-top:10px;margin-bottom:10px;margin-right:10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3388/3218346981_1080f8c003_t.jpg" alt="CampusParty2009_Dia3_070.jpg" width="100" height="75" /></a>A palestra seguinte foi do Jomar Silva, da ODF Alliance no Brasil, que falou sobre o formato ODF e como desenvolver para ele. Quem me conhece <a href="http://hogwartslinux.wordpress.com/category/odf/">sabe que sou defensor do ODF</a> a muito tempo e essa palestra eu realmente queria assistir, pois eu preciso desenvolver ferramentas que me permitam alimentar documentos ODF facilmente, pois em minhas atividades profissionais tenho que tabular métricas de performance de ambientes de alto-desempenho (vulgo <i>mainframe</i>) e uma ferramenta que automatizasse isso e me gerasse planilhas ODF seria algo muito bem vindo. E na palestra o Jomar me mostrou que isso é possível. Os exemplos foram em Python, que já disse anteriormente não está entre minhas linguagens prediletas, mas o fato é que há uma forma de criar uma solução para as minhas necessidades. Portanto não tenho do que reclamar.<br /><a href="http://www.flickr.com/photos/fabiocosta0305/3219229342/" title="CampusParty2009_Dia3_159.jpg por fabiocosta0305, no Flickr"><img style="float:left;margin-top:10px;margin-bottom:10px;margin-right:10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3375/3219229342_b7c34fa114_t.jpg" alt="CampusParty2009_Dia3_159.jpg" width="75" height="100" /></a>Após a palestra e ir jantar, voltei para o Sarau Digital. O pessoal do Samba de Bumbo mostrou sua arte e chamou os campuseiros para dançar. E claro que eu entrei na dança. E não apenas isso, <a href="http://www.flickr.com/photos/fabiocosta0305/tags/sambadebumbo/">como tirei belas fotos</a> como a que está ao lado. O Samba de Bumbo é envolvente e divertido, e faz parte da expressão cultural do nosso país, bem diferente do que aconteceu em outros dias.<br />De qualquer modo, após o samba de bumbo, joguei um pouco de <i>arcade</i> (na verdade um comuputador usando o MAME) e fui para a cama dormir, me preparando para o dia seguinte.<br />
<h2>Dia 4 (Quinta, dia 22/01) &#8211; Debate e confusão</h2>
<p>Imaginando como o dia começou calmo, acho que ninguém imaginava o que iria acontecer. Mas vamos falar sobre isso mais tarde.<br />Sem nenhuma palestra interessante, fiz primeiro outra massagem no Terra, que me rendeu outro <i>squeeze</i>. Sim, sou do tipo de cara &#8220;caçador de prendas&#8221; em eventos como esse. Mas deixo claro que sou regido por dois princípios: (1) perguntar não ofende e (2) o máximo que posso receber é um não.<br />Aproveitei também para jogar um pouco de RockBand na Abril onde eu cometi atrocidades à bateria de <i>That&#8217;s what you get</i> do Paramore <img src='http://s2.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> . Na verdade, não foi tão ruim assim, mas quando você fala de alguém tentando tocar bateria quando se tem dois pés esquerdos e outros problemas de coordenação&#8230; <img src='http://s2.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> <br /><a href="http://www.flickr.com/photos/fabiocosta0305/3219501051/" title="CampusParty2009-Dia4_047.jpg por fabiocosta0305, no Flickr"><img style="float:left;margin-top:10px;margin-bottom:10px;margin-right:10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3430/3219501051_32b81a55f8_t.jpg" alt="CampusParty2009-Dia4_047.jpg" width="100" height="75" /></a>Fui assistir então à palestra do Alexandre Oliva da FSFLA (<i>Free Software Foundation Latin America</i>). A palestra foi bastante básica, mas pode-se dizer que foi criativa com ele usando exemplos baseados na idéia do pão (não, nenhum software, topologia, protocolo ou método&#8230; O pão mesmo. Aquele que costuma ser recheado com salsicha e catchup e mostarda para gerar um cachorro-quente). De qualquer maneira, aproveitei e comprei alguns adesivos para adesivar ainda mais meu note (que já não possui nenhum dos adesivos originais, removidos ou cobertos por outros adesivos).<br /><a href="http://www.flickr.com/photos/fabiocosta0305/3220365844/" title="CampusParty2009-Dia4_084.jpg por fabiocosta0305, no Flickr"><img style="float:right;margin-top:10px;margin-bottom:10px;margin-left:10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3348/3220365844_936847d962_t.jpg" alt="CampusParty2009-Dia4_084.jpg" width="100" height="75" /></a>Após um almoço bacana, fui para uma das palestras que mais desejava assistir, que era a de Direito na Internet. A pergunta feita por todos era: o Direito conhece a Internet? No meu entender a resposta era não, pois o tipo de legislação que tem sido feita não apenas é inócua, como é absurda. Mas não pude expressar minha opinião. Preferi deixar a minha vez para falar para um rapaz que estava ao meu lado e parecia entender mais de Direito que eu. De qualquer modo, fica registrado aqui minha opinião: advogados, promotores e juízes, procurem os <i>geeks</i> antes de tomarem decisões burras que tirem do ar sites como Youtube, Twitter e WordPress. Usem o direito ao parecer técnico ao seu favor. Pode lhe poupar noites de sono mal dormidas ou ao menos um <i>karma</i> potencialmente negativo. <img src='http://s2.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> <br />Em seguida, fui arriscar a sorte no Yahoo! e me dei bem, ao menos parcialmente: queria uma conta pro do Flickr e ganhei uma camiseta. O rapaz que foi em seguida queria a camiseta e ganhou a conta pro do Flickr. Não precisa ser esperto para somar dois e dois e ver que trocamos o que ganhamos. E todos sairam satisfeitos.<br /><a href="http://www.flickr.com/photos/fabiocosta0305/3220426950/" title="CampusParty2009-Dia4_151.jpg por fabiocosta0305, no Flickr"><img style="float:right;margin-top:10px;margin-bottom:10px;margin-left:10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3433/3220426950_a6d170ff64_t.jpg" alt="CampusParty2009-Dia4_151.jpg" width="75" height="100" /></a>Jantei e fui ver a palestra do Mazoni, presidente do <a href="http://www.serpro.gov.br">SERPRO</a>, onde eu trabalho. Bem, a coisa é que ele falou sobre o Demoiselle, o <i>framework</i> que o SERPRO desenvolveu para aplicações voltadas ao governo Federal. Uma palestra elucidativa para os desenvolvedores, pois ele deixou claro todos os termos de licenciamento do Demoiselle e como desenvolver para ele. Então, para o pessoal do Free Software, a hora de desenvolver aplicações para o governo é agora!<br />Esperava que após isso a noite fosse tranqüila. Mas isso não aconteceu. A programação da Campus Party previa a apresentação do <i>rapper</i> DeLeve. Mas as letras do mesmo e o tipo de som (no caso, estilo Furacão 2000 Tsunami), levou a uma verdadeira revolta generalizada na Campus Party, que quase foi às vias de fato quando um dos campuseiros arrancou o pino do microfone do <i>rapper</i> e começou um bate boca. Opinião pessoal: não gostei do tipo de som e achei que foi uma escolha infeliz da organização. Enquanto o protesto se resumiu a vaias e &#8220;E fora&#8221;, estava bem, assim como a réplica do <i>rapper</i> (não que eu aprove algum dos lados, mas os protestos de parte a parte estavam dentro do que poderia-se chamar &#8220;validade&#8221;). A partir do momento em que um dos campuseiros, porém, arrancou o pino do <i>rapper</i>, pode-se dizer que ele perdeu a razão. Como diria Asimov em <i>Fundação</i>: &#8220;A violência é o último refúgio do incompetente&#8221;. Da minha parte, meu protesto foi bem simples: enfiei meu <i>headset</i> no ouvido, montei uma <i>playlist</i> de músicas de <i>anime</i> e fiquei no meu canto, sem dar a mínima bola para o <i>rapper</i> em questão.<br />Ainda consegui entrar para dormir antes de um barraco onde dois campuseiros dito amigos brigaram após um deles se assanhar para cima da outra. De minha parte, eu estava dormindo bem, ouvindo Antena 1 saindo do meu Nokia N73.<br />
<h2>Dia 5 (Sexta, dia 23/01) &#8211; Lei Azeredo e Dança da Chuva com Cadeiras<br /></h2>
<p>Bem, o dia começou quente na Campus Party, e não na temperatura: o dia estava frio, ainda que agradável desde que não fosse para dormir. Nessa hora o saco de dormir me serviu bem. Na verdade, o dia foi quente devido à polêmica do <i>rapper</i> DeLeve, além do pessoal alegar roubos na Arena de <i>notebooks</i>, celulares e câmeras digitais.<br />Para mim, o dia começou normal: massagem no Terra (e <i>squeeze</i>). Sem palestras relevantes, realizando <i>downloads</i> e/ou passeando na área Expo &amp; Lazer, caçando o <i>loot</i>.<br /><a href="http://www.flickr.com/photos/fabiocosta0305/3221862648/" title="CampusParty-Dia5_035.jpg por fabiocosta0305, no Flickr"><img style="float:left;margin-top:10px;margin-bottom:10px;margin-right:10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3324/3221862648_4d5e7b08de_t.jpg" alt="CampusParty-Dia5_035.jpg" width="75" height="100" /></a>Na hora do almoço, teve a palestra sobre DNSSEC e Segurança na Internet do Demi Getschko (acho que assim mesmo que se escreve), do <a href="http://www.cgi.br/">Comitê Gestor da Internet no Brasil</a>. No caso, ele falou sobre a implementação do DNSSEC (uma forma de DNS seguro que envolve o us de certificação digital dos servidores de DNS para evitar o <i>spoofing </i>de DNS) e sobre outros fatores de risco na Internet. Além disso, ele deu sua opinião sobre novas legislações para a Internet, dizendo que pouca coisa exige uma legislação adicional e que a maior parte das leis existentes se amplicam à ela também. De certa forma, essa foi uma preliminar para o debate sobre a Lei Azeredo que viria em seguida.<br /><a href="http://www.flickr.com/photos/fabiocosta0305/3220967999/" title="CampusParty-Dia5_158.jpg por fabiocosta0305, no Flickr"><img style="float:right;margin-top:10px;margin-bottom:10px;margin-left:10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3312/3220967999_70827358dd_t.jpg" alt="CampusParty-Dia5_158.jpg" width="100" height="75" /></a><a href="http://www.flickr.com/photos/fabiocosta0305/3220954735/" title="CampusParty-Dia5_123.jpg por fabiocosta0305, no Flickr"><img style="float:left;margin-top:10px;margin-bottom:10px;margin-right:10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3508/3220954735_e89b0d2749_t.jpg" alt="CampusParty-Dia5_123.jpg" width="100" height="75" /></a>Por volta de 4 da tarde, as atenções se voltaram para o palco do Software Livre, enquanto uma quantidade assustadora de <i>geeks</i>, nerds, ativistas da liberdade de expressão e da inclusão digital se reuniram para o debate da Campus Party sobre a Lei Azeredo. Não preciso dizer que essa lei é <a href="http://hogwartslinux.wordpress.com/2008/11/15/blogagem-coletiva-nao-ao-projeto-de-lei-de-censura-a-internet/">inócua</a>, <a href="http://hogwartslinux.wordpress.com/2008/07/10/lei-de-crimes-na-internet-inutil-e-perigosa/">inútil e perigosa</a>, mas ainda assim o debate foi correto, pois representantes daqueles que desejam um estado mais policialesco estavam lá. Apenas sinto que o Senador Azeredo tenha se ausentado e mandando um representante, ao invés de ele próprio vir ao debate, o que era esperado não apenas por mim, mas por todos os campuseiros, que queríamos realmente debater essa lei. Além disso, as contínuas manifestações do público acabou comprometendo o tempo a ser usado no debate, o que não permitiu perguntas por partes do público, o que prejudicou o debate. De qualquer modo, no meu álbum do Flickr <a href="http://www.flickr.com/photos/fabiocosta0305/tags/leiazeredo/">pode-se ver algumas fotos do debate</a>, inclusive o protesto veemente e silencioso contra o PL e o repúdio dos campuseiros à ausência do Senador Azeredo, ao virarem as costas à mesa no momento em que seu representante fez suas considerações finais dando o debate por encerrado.<br />A noite, no palco do Momento Telefônica, aconteceu uma palestra sobre Mobilidade e Acessibilidade na Web, onde apresentaram a questão do Guia de Acessibilidade na Web (Web Accessibilty Guidelines) e da questão do planejamento de Websites para aqueles que possuem deficiências como as relacionadas com a coordenação motora, daltonismo, cegueira e o caso do Português X LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais). No caso, foi apresentado como caso exemplo o de uma usuária cega que demonstrou como ela utiliza o computador por meio de um leitor de tela (um programa que &#8220;lê&#8221; o conteúdo da tela para o usuário, em geral cego). Como tenho amigos cegos, sei o problema que eles sofrem. Eu mesmo, não sendo cego, tenho problemas de acuidade visual (minha visão é comprometida ao ponto de exigir óculos desde os 15 anos de idade). <br /><a href="http://www.flickr.com/photos/fabiocosta0305/3221004105/" title="CampusParty-Dia5_251.jpg por fabiocosta0305, no Flickr"><img style="float:right;margin-top:10px;margin-bottom:10px;margin-left:10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3456/3221004105_22f0a26d9f_t.jpg" alt="CampusParty-Dia5_251.jpg" width="100" height="75" /></a><a href="http://www.flickr.com/photos/fabiocosta0305/3221853586/" title="CampusParty-Dia5_248.jpg por fabiocosta0305, no Flickr"><img style="float:left;margin-top:10px;margin-bottom:10px;margin-right:10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3444/3221853586_3af9acb0e7_t.jpg" alt="CampusParty-Dia5_248.jpg" width="100" height="75" /></a>Após isso ainda fui assistir à apresentação do <a href="http://www.noosfero.org">Noosfero</a>, uma plataforma opensource para redes sociais produzida no Brasil que me interessou muito. O pessoal tá usando nele o Ruby on Rails, um <i>framework</i> bastante novo e bastante interessante para a produção de sites Web. Gostei da idéia do sistema e pretendo colaborar com ele no futuro, ainda mais pois ele parece ser extensível, e adicionar novos recursos a esse sistema poderia ser algo muito válido. Interessante foi que, durante a palestra, percebi que um dos índios que estavam na Campus Party (não gente a toa, mas índio mesmo, como em parte de um povo indígina. <img src='http://s2.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> ) estava vendo a palestra. Isso é que é inclusão digital: índio não quer mais apito, índio quer é notebook mesmo! <img src='http://s0.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> <br />Novamente achei que teria uma noite de sono tranqüila, mas na verdade não tive pois (1) algum infeliz passou a mão na bunda de uma das coelhinhas da Playboy e praticamente queimou o filme do pessoal (claro que ela deve ter saído com a típica impressão de &#8220;nerd-nunca-vê-mulher-e-quando-vê-abusa&#8221;) e (2) o pessoal, sem motivo aparente (ao menos para mim), resolveu gritar e fazer bagunça no meio do evento, incomodando os demais campuseiros e quase provocando o fechamento do mesmo por ordem judicial. Minha opinião: ano que vem vou levar uma buzina daquelas estilo pegadinha do Rodolfo e ET, pois se algum infeliz vier com &#8220;eu não durmo, ninguém dorme&#8221;, na manhã seguinte vou acordar o espertinho. Desculpem, <i>gamers</i>, não vejo problema em o pessoal varar noite jogando e tal. Mas tem gente que quer, e seria bom que o povo tivesse respeito por quem quisesse dormir.<br /><a href="http://www.flickr.com/photos/fabiocosta0305/3220994929/" title="CampusParty-Dia5_229.jpg por fabiocosta0305, no Flickr"><img style="float:right;margin-top:10px;margin-bottom:10px;margin-left:10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3461/3220994929_3f3c6607ed_t.jpg" alt="CampusParty-Dia5_229.jpg" width="100" height="75" /></a><a href="http://www.flickr.com/photos/fabiocosta0305/3221031047/" title="CampusParty-Dia5_227.jpg por fabiocosta0305, no Flickr"><img style="float:left;margin-top:10px;margin-bottom:10px;margin-right:10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3457/3221031047_fe53429153_t.jpg" alt="CampusParty-Dia5_227.jpg" width="75" height="100" /></a>Como nota final, queria ressaltar o protesto bem humorado da galera contra o <i>traffic shaping </i>(redução proposital de velocidade conforme o tipo de protocolo) onde foi disponibilizado um <i>post-mix</i> (uma máquina de refrigerantes) com Coca-Cola Normal, Light e Zero, mas a Zero e um dos bocais da Normal com sua velocidade de saída reduzida, como acontece com quem usa torrent em alguns provedores. Um protesto bem humorado e que ajudou no fornecimento de cafeína aos campuseiros! <img src='http://s0.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> <br />
<h2>Dia 6 (Sábado, dia 24/01) &#8211; Tá chegando a hora&#8230;<br /><a href="http://www.flickr.com/photos/fabiocosta0305/3220859899/" title="CampusParty-Dia5_005.jpg por fabiocosta0305, no Flickr"><img style="float:left;margin-top:10px;margin-bottom:10px;margin-right:10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3083/3220859899_3e6491e078_t.jpg" alt="CampusParty-Dia5_005.jpg" width="100" height="75" /></a></h2>
<p>O Sábado começou já com um clima de fim de festa. Imagine assim: faz seis dias que você dorme em barraca e tal. Mesmo para quem foi que nem eu que procurou dormir um sono regular, no fim você já está meio quebrado. Se você vara algumas noites e dorme mal as outras, a situação é de derrota total, como no caso do amigo da foto ao lado (na verdade, tirada na Sexta, mas como não tinha nenhuma dessa situação no sábado, vai essa mesmo).<br /><a href="http://www.flickr.com/photos/fabiocosta0305/3224260274/" title="CampusParty2009-Dia6_013.jpg por fabiocosta0305, no Flickr"><img style="float:left;margin-top:10px;margin-bottom:10px;margin-right:10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3400/3224260274_1d3091cd08_t.jpg" alt="CampusParty2009-Dia6_013.jpg" width="75" height="100" /></a><a href="http://www.flickr.com/photos/fabiocosta0305/3224283840/" title="CampusParty2009-Dia6_040.jpg por fabiocosta0305, no Flickr"><img style="float:right;margin-top:10px;margin-bottom:10px;margin-left:10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3092/3224283840_0550ba1746_t.jpg" alt="CampusParty2009-Dia6_040.jpg" width="75" height="100" /></a>Poucas palestras nesse último dia (como disse, o clima é de fim de festa). No caso, fui ver a palestra sobre quadrinhos na Web do Karlisson do famoso quadrinho &#8220;<a href="http://nerdson.com/">Nerdson não vai à Escola</a>&#8220;. E claro que o próprio Nerdson não poderia deixar de estar lá, mostrando também o poder do Creative Commons: um cara fez um boneco de animação no melhor estilo Cocoricó do Nerdson e levou na Campus, sendo que o danado apareceu na palestra do Karlisson. Gostei da palestra pois não fazia idéia do trampo que dava formatar os quadrinhos para serem publicados na Internet. <br /><a href="http://www.flickr.com/photos/fabiocosta0305/3224395798/" title="CampusParty2009-Dia6_190.jpg por fabiocosta0305, no Flickr"><img style="float:right;margin-top:10px;margin-bottom:10px;margin-left:10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3355/3224395798_201df0221b_t.jpg" alt="CampusParty2009-Dia6_190.jpg" width="75" height="100" /></a>Pois bem, o resto do dia foi sossegado: fim de festa é assim mesmo. Continuei baixando coisas da Net e passeando pelos stands. De qualquer modo, a diversão ainda existia, como a do povo que montou uma torre com as latas de RedBull consumidas pelos Campuseiros. E tava fácil pegar RedBull: tinha umas moças que de tempos em tempos distribuiam e também tinha uma promoção do site PagSeguro vendendo RedBull a 1 real (isso mesmo, apenas 1 real)<br /><a href="http://www.flickr.com/photos/fabiocosta0305/3224385514/" title="CampusParty2009-Dia6_175.jpg por fabiocosta0305, no Flickr"><img style="float:left;margin-top:10px;margin-bottom:10px;margin-right:10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3363/3224385514_918a0cd198_t.jpg" alt="CampusParty2009-Dia6_175.jpg" width="100" height="75" /></a>Por fim, o último Momento Telefônica que vi foi a divulgação do TORP (The Open Robot Project), um projeto de um robô opensource, totalmente divulgado na Net, tanto software quanto esquemáticos, usando protocolos livres para comunicação e componentes padrão de mercado para montagem. Foi um pouco assustador: por mais <i>geek</i> que eu seja, não dá para deixar de pensar em Skynet ou HAL nessa hora. Mas as imagens do centro de controle do robô acalmaram um pouco: o olho estilo AstroBoy dava mais conforto. <img src='http://s2.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> <br /><img style="max-width:100px;float:left;margin-top:10px;margin-bottom:10px;margin-right:10px;" src="http://api.ning.com/files/Y6KTLnVJaIIimw2M200w9Ws9XHyrmThd276l1IA-FrWfPeHSAWbSSZFltb-4fT3bU2th62shBoR0wShQHVFv8hpt6Zhd8E1c/cat.JPG" />Ainda deu tempo para mais protestos inusitados contra a restrição de acesso: o mesmo povo que tava distribuindo Coca Zero com <i>traffic shaping </i>estava <a href="http://comunidade.internetsemboicoteja.com.br/notes/Camisetas_de_%C3%ADcones_da_web_na_Campus_Party"><i>silkando </i>camisetas com ícones de <i>memes</i> famosas na Internet</a>. No caso, acabei pegando duas camisetas &#8220;I Can Has Freedom&#8221; (brincadeira com os LOLcats do <a href="http://www.icanhascheezburger.com/"><i>I Can Has Cheezburger</i></a>). A idéia era também pegar uma com a estampa &#8220;Free Numa&#8221; (do gordinho do <i>Numa Numa Dance</i>). Na verdade, fica a sugestão ao pessoal: se fizerem outra dessas, sugiro que façam uma &#8220;Free Deva&#8221; (Prabhu Deva, o cara do &#8220;Vai Rivaldo&#8221;) e uma &#8220;All your Freedom Are Belong to Us&#8221; (da famosa <a href="http://www.allyourbasearebelongtous.com/"><i>All Your Base Are Belong to Us</i></a>).<br />Depois disso, no encerramento oficial da Campus Party à meia-noite começou a distribuição generalizada de brindes (a xepa, por assim dizer). Ganhar umas bolinhas de massagem valeu a pena. Desmontei minhas coisas e fui para a barraca.<br />
<h2>Dia 7 (Domingo, dia 25/01) &#8211; Levantando acampamento<br /></h2>
<p>Pouco a se dizer, nenhuma foto a se mostrar. Acordei cede e, após um banho, guardei tudo no guarda volumes. Tomei café, voltei ao acampamento e desmontei a barraca (que encontrei montada) com alguma ajuda de outros campuseiros. Juntei toda a minha tralha (devidamente acrescida do <i>loot</i>) e dei baixa na barraca e no equipamento. E subindo em um taxi me despedi da Campus Party 2009.<br />
<h2>Valeu a pena?<br /></h2>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/fabiocosta0305/3224400568/" title="CampusParty2009-Dia6_196.jpg por fabiocosta0305, no Flickr"><img style="float:left;margin-top:10px;margin-bottom:10px;margin-right:10px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3524/3224400568_26e57b0ee4_t.jpg" alt="CampusParty2009-Dia6_196.jpg" width="100" height="75" /></a>Essa pode ser a pergunta que você esteja se fazendo. Estou terminando esse <i>post</i> a quase uma semana do fim da Campus Party 2009. E posso dizer que sim, valeu a pena. E não apenas pelos 10Gbps de velocidade de&nbsp; <i>download</i>.<br />Para ir em um evento como a Campus Party, você tem que estar pronto para alguma fuzarca. Ficar bravo é okay, mas não adianta se estressar por bobeira. Que nem no caso do DeLeve, o negócio é você ficar de boa na sua e nem se envolver em nada. Senão ainda sobra para a sua cabeça e para piorar quem sai de ruim é você.<br />Se voltaria? Com certeza! Pela farra e pelos amigos sim.</div>
</div>
<br />Publicado em Campus Party, Campus Party 2009, cparty, Eventos, Free Software, Inclusão Digital, Internet, Linux, Sociedade, Software Livre, Tecnologia  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/hogwartslinux.wordpress.com/275/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/hogwartslinux.wordpress.com/275/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/hogwartslinux.wordpress.com/275/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/hogwartslinux.wordpress.com/275/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/hogwartslinux.wordpress.com/275/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/hogwartslinux.wordpress.com/275/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/hogwartslinux.wordpress.com/275/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/hogwartslinux.wordpress.com/275/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/hogwartslinux.wordpress.com/275/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/hogwartslinux.wordpress.com/275/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/hogwartslinux.wordpress.com/275/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/hogwartslinux.wordpress.com/275/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/hogwartslinux.wordpress.com/275/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/hogwartslinux.wordpress.com/275/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=hogwartslinux.wordpress.com&amp;blog=708751&amp;post=275&amp;subd=hogwartslinux&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Campus Party &#8211; Eu vou (ou Campus Party &#8211; Dia 0)</title>
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		<comments>http://hogwartslinux.wordpress.com/2009/01/18/campus-party-eu-vou-ou-campus-party-dia-0/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 18 Jan 2009 17:13:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Emilio Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Todo mundo já sabe que esse ano a Campus Party será no Centro de Exposições Imigrantes. Pois é. E eu também estarei lá!Terminei de preparar as mochilas de maneira básica. Falta apenas adicionar o notebook à essa tralha toda e estarei pronto para ir amanhã para a Campus Party.Quer ter uma idéia do volume de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=hogwartslinux.wordpress.com&amp;blog=708751&amp;post=269&amp;subd=hogwartslinux&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">Todo mundo já sabe que esse ano a Campus Party será no Centro de Exposições Imigrantes. Pois é. E eu também estarei lá!<br />Terminei de preparar as mochilas de maneira básica. Falta apenas adicionar o notebook à essa tralha toda e estarei pronto para ir amanhã para a Campus Party.<br />Quer ter uma idéia do volume de tralha? Veja a foto abaixo (tirada do meu Celular N73):</div>
<div align="center"><a href="http://hogwartslinux.files.wordpress.com/2009/01/180120090791.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-270" title="180120090791" src="http://hogwartslinux.files.wordpress.com/2009/01/180120090791.jpg?w=300&#038;h=225" alt="180120090791" width="300" height="225" /></a></div></p>
<br />Publicado em Campus Party, Campus Party 2009, cparty, Eventos  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/hogwartslinux.wordpress.com/269/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/hogwartslinux.wordpress.com/269/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/hogwartslinux.wordpress.com/269/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/hogwartslinux.wordpress.com/269/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/hogwartslinux.wordpress.com/269/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/hogwartslinux.wordpress.com/269/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/hogwartslinux.wordpress.com/269/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/hogwartslinux.wordpress.com/269/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/hogwartslinux.wordpress.com/269/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/hogwartslinux.wordpress.com/269/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/hogwartslinux.wordpress.com/269/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/hogwartslinux.wordpress.com/269/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/hogwartslinux.wordpress.com/269/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/hogwartslinux.wordpress.com/269/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=hogwartslinux.wordpress.com&amp;blog=708751&amp;post=269&amp;subd=hogwartslinux&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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