Meme Rápida: Meu Desktop 3D

desktop3d
Via Tux Vermelho, meme do Desktop 3D. Simplesmente pegue o seu Desktop 3D e tire um snapshot sem mexer nada… Aqui usando KDE 4.1 com alternância de tarefas no estilo iPhone.

Off-Topic: Meu vício em Blogs

61%How Addicted to Blogging Are You?

Created by OnePlusYou – Free Dating Site

Meme: Me Mim Comigo

OK… Participando da Meme, via Og Maciel:

1. Tire uma foto de você agora!
2. Não mude de roupa, ou arrume seu cabelo… só tire a foto.
3. Publique sua foto sem edição nenhuma.
4. Publique estas instruções com a sua foto.

Mozilla Download Day 2008 – Eu vou!!

Download Day 2008

Fale a verdade, você já quiz participar de um recorde mundial. E se você gosta do Firefox, sua oportunidade de participar de um recorde mundial está chegando. Não, você não precisará dançar Dança Irlandesa, tocar junto com outros guitarristas “Smoke on the Water” ou participar de uma multidão de Papais Noéis (sim, esses recordes existem) entre milhares de outros recordes bizarros. Tudo o que você tem a fazer é baixar o Firefox 3.0 no dia do seu lançamento.
A idéia do pessoal da Mozilla é tornar o Firefox 3.0 o programa mais baixado em 24 horas e mandar o registro para o Guiness. E para ajudar, o pessoal da SpreadFirefox criou o Mozilla Download Day 2008.
A idéia é simples: entre no site e preencha o seu email no formulário do mesmo. No dia em que o Firefox 3.0 for lançado, você receberá um link para o download. Caso o download seja feito nas primeiras 24 horas, você receberá um certificado de participante do (esperamos) recorde de maior download de um único programa em vinte e quatro horas.
E você quer fazer mais? Então:
  1. Organize uma Festa de Download em sua escola ou escritório. Você pode se reunir com seus amigos ou colegas de trabalho durante o horário de almoço ou durante o intervalo para baixar o Firefox 3 em conjunto. Claro, divulgue-a de modo que todos possam participar!

  2. Junte-se a um dos grupos do Download Day em sua rede de relacionamentos preferida ou crie uma e convide todos seus amigos. Já existem comunidades no Orkut e no Facebook!

  3. Torne-se um Representante Universitário Firefox e consiga o apoio de seus colegas para o projeto.

  4. Adicione os ícones e logos do Download Day em seu site, blog ou perfil.

Vamos participar e fazer a raposinha de fogo entrar para o Guiness!!!

Download Day 2008

Via Br-Linux.org, TechFree, Toca do Elfo, Hamacker e mais um porrilhão de sites!

Meme: 5 livros para ler e 1 para esquecer (versão turbinada)

Via Terramel, descobri essa meme do Blog do Lucho, e resolvi participar.

O problema é que eu sou um Leitor voraz (sou do tipo que me sinto pelado se saio de casa sem um livro). Portanto, decidi dar uma “turbinada” e colocar vários livros para ler e um para esquecer, e várias séries de livros para ler e uma para esquecer.
Bem, começando com os livros. Para ler, indico:
  • Shibumi (Trevanian): Também da lista do Terramel, esse livro conta a história de Nicholai Hel, o mais hábil assassino do mundo, e de como ele tem que lutar para ter o direito de viver em paz quando decide abandonar essa vida. Um guerreiro, um místico, forjado na sabedoria do Go e dotado da arte Nu/Matar e na exploração de cavernas, ele fará de tudo para proteger a paz pessoal que tanto deseja;
  • A Profecia Celestina (James Redfield): Alguns acham que esse livro é apenas mais um antecessor de “O Segredo”, mas na realidade é um livro bastante interessante. Por trás da ficção dos Manuscritos, você acaba aprendendo como funciona a mente das pessoas e como tornar-se uno com o que interessa;
  • Meijin ou The Master of Go (Yasunari Kawabata): A história da última partida de Go do grande Mestre Honinbo Shusai, contra Minoru Kitani, “romanceada” de maneira a, ao mesmo tempo em que se preserva o fato histórico, se tem um romance que mostra o fim de uma era no Japão e o início de outra, e todos os impactos desse evento;
  • O Pequeno Príncipe (Antoine de Saint-Exupére): é um clássico, eu sei, e muitos criticam ele com a famosa “é livro de Miss Universo”. Mas é um livro que fala sobre aquelas coisas puras da infância e que realmente fazem a diferença, sobre amizade, carinho, inocência e por aí afora;
  • Hackers and Painters (Paul Graham): para quem quer entender mais sobre a revolução da Internet e como, de uma hora para a hora, ser nerd tornou-se chique, Paul Graham ajuda a desvendar isso nesse livro. Uma série de artigos do mesmo, ele mostra que hackers (legítimos, não invasores de sistemas) não fazem coisas para “fazer bonito” ou “ser descolado”, mas sim porque acreditam que elas são boas;
  • Stardust (Neil Gaiman): Um pouco confuso, mas Stardust é um exemplo de fantasia coerente e bem amarrada. É a história de Tristan Thorn, que vive em um vilarejo próximo a um portal para Faerie, o reino das fadas. Ao ver uma Estrela Cadente, Tristan promete levá-la à mulher que amava (e que apenas zombava dele). Quando ele entra em Faerie, porém, cada vez mais ele vai se perguntando sobre os sentimentos dela por ele e vice versa;

E fuja de:

  • Código Da Vinci (Dan Brown): Esse livro é o caso típico de livro que é bom até o último capítulo, onde “a maionese desanda”. Simplesmente dispensável, não vale a penas nem comentar direito;

Quanto a séries de livros, leia:

  • Duna (Frank Herbert): É incrível a coerência da série Duna – os livros são bem estruturados, bem amarrados e a trama é bem-elaborada. Os personagens não são preto-no-branco e têm motivações complexas. Apesar de ser “Ficção Científica”, é impressionante como existe a preocupação com a política, ecologia e história do cenário. É a saga de Paul Atreides, o Moad’dib, o resultado de séculos de programas de reprodução das Bene Gesserit, conspiradoras e “bruxas” com habilidades sobre-humanas desenvolvidas pelo treinamento e pela genética. Uma série, acima de tudo, sobre o que é ser humano;
  • Fundação (Isaac Asimov): Como quase tudo que o “Bom Professor” escreveu, Fundação é uma ótima série sobre as conseqüências da tecnologia na vida humana e sobre as opções que fazemos. A sutileza das opiniões sociais de Asimov ficam dançando diante de sua vista;
  • Mochileiro das Galáxias (Douglas Adams): qualquer mingo (amigo) sancha (conhece) essa série desse cara dupal (animal) chamado Douglas Adams. Metido em enrascadas espaciais desde que consegue escapar da demolição da Terra para dar lugar a uma via hiper-espacial, o inglês Arthuur Dent vive aventuras e desventuras extremamente bizarras na companhia de Trilian, a outra sobrevivente da demolição da Terra, dos alienígenas Ford Prefect e Zaphod Beeblebrox e de Marvin, o Andróide Paranóide. Douglas Adams sem favor nenhum chuta o balde da ficção científica e tira sarro de tudo e de todos envolvidos com a mesma. Ótima leitura para descontrair, mas com algumas verdades nos esperando lá no fundo;
  • Discworld (Terry Pratchett): Discworld está para a Fantasia Medieval como Mochileiro das Galáxias está para a Ficção Científica. O mundo de Discworld não é o típico mundo de Fantasia Medieval, a começar por ser um Disco apoiado nas costas de quatro elefantes que estão apoiados nas costas de um astroquelônio (uma tartaruga de tamanho astronômico, para traduzir para o português). Nesse mundo bizarro, conhecemos vários personagens inusitados, como Cohen o Bárbaro, a Vovó Cera-do-Tempo (a Bruxa mais Cara-de-Maçã que você pode imaginar) e Rincewind, um mago atrapalhado. As aventuras desses personagens são regadas com humor, até mesmo nas terríveis situações quando O Morte (não, você não leu errado: em Discworld, Morte é homem, e não uma mulher) chega para levar-lhe embora. Chute no balde completo com os estereótipos da Fantasia Medieval (como uma Bruxa hiper-ativa que tem dentes perfeitos, o que não a torna respeitável como bruxa);

e fuja de:

  • Desventuras em Série (Lemony Snicket): sinceramente, uma série pode ter muitos episódios onde os heróis se ferram, mas Lemony Snicket parece ter se superado, pois nessa série os heróis se ferram o tempo todo. Simplesmente dispensável;
  • Artemis Fowl (Éoin Coiler): um caso clássico de idéia boa que flopa (dá errado), Artemis Fowl é a história do garoto de mesmo nome que é treinado para tornar-se o maior ladrão do mundo. Porém, com o tempo ele começa a se envolver com criaturas mágicas que vivem abaixo da terra, como Centauros e Duendes. A idéia é boa, e a mistura de magia e tecnologia das criaturas mágicas é muito divertida, mas existe algo nele que não amarra legal e acaba fazendo a leitura ser desagradável;
  • Fronteiras do Universo (Phillip Pullman): Começando em A Bússola de Ouro, passando por A Faca Sutil e terminando em A Luneta Âmbar, essa série conta a história de Lyra, uma garota de uma Terra de uma outra dimensão, onde as pessoas possuem companheiros “animais” chamados de daemons que as ajudam quando as coisas estão ruins. Porém, ela se envolve em uma trama que coloca em risco todo o Universo e percebe-se que ela é a chave para o destino de todas as dimensões. Uma crítica ao fundamentalismo cristão, acaba pecando pelos personagens que são mal fundamentados quanto às suas intenções, ao ponto de você chegar e não saber quem é herói e quem é vilão, sem falar no final trash. De qualquer modo, não vale a pena, pois, assim como Artemis Fowl, ele é uma boa idéia que acabou dando errado;

Pegando carona na Meme: 10 comandos mais usados

Via Christiano Anderson:

No serviço, usando Fedora Core 6:

[login@estacao .]$ history|awk ‘{a[$2]++ } END{for(i in a){print a[i] ” ” i}}’ |sort -rn|head
69 cp
61 java
50 ls
46 cd
28 df
27 sed
25 cat
23 ~/teste.php
23 tar
21 rm

Em casa, usando Debian Lenny:

fecosta@hufflepuff:~$ history|awk ‘{a[$2]++ } END{for(i in a){print a[i] ” ” i}}’ |sort -rn|head
81 cd
56 cp
44 su
38 df
36 ls
28 rm
26 dmesg
24 chmod
19 du
14 for

Em casa, usando Debian Lenny, como superusuário:

hufflepuff:~# history|awk ‘{a[$2]++ } END{for(i in a){print a[i] ” ” i}}’ |sort -rn|head
14 apt-get
9 exit
9 cd
7 dpkg
5 tar
4 gpg
4 df
3 /etc/init.d/tor
2 lsof
2 ls

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Ajudando a Wikipedia

Ajude a manter a Wikipédia no ar – mesmo sem colocar a mão no bolso!

O BR-Linux.org lançou uma campanha para ajudar a Wikimedia Foundation a manter a Wikipédia no ar. Se você puder doar diretamente, é sempre a melhor opção. Mas se não puder, veja as regras da promoção do BR-Linux e ajude a divulgar – quanto mais divulgação, maior será a doação do BR-Linux, e você ainda concorre a um pen drive!Nota minha: gente, a Wikipedia é o Guia do Mochileiro das Galáxias Vivo. É talvez a maior e melhor enciclopédia do mundo e uma das que demonstraram o poder da colaboração na Net. Não podemos deixar essa iniciativa morrer!!

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Memes: Resoluções 2007 e cinco coisas que odeio na net

Desculpem todos, mas estou preparando um post mais interessante. Enquanto isso, vou me atualizando nas Memes da Net. Aqui vou em duas Memes que estão (ou estavam) rolando até bem pouco tempo:

  • Resoluções 2007:

  1. Comprar um Notebook: Sério, estou precisando urgentemente de um, agora no emprego novo meu!!
  2. Começar a pesquisar para um LPI: preciso também, e é também questão de realização profissional
  3. Pagar a faculdade: ter sido financiado pela facu foi ótimo, mas tem seu lado negativo. :-P
  4. Postar mais no blog: eu não sou um problogger e nem pretendo ser, ao menos não tão cedo, mas mesmo assim preciso postar mais no blog;
  5. (Pós virada do ano) Dar o máximo no GuBRo-SP: agora que fui gentilmente aceito como líder, preciso mostrar serviço. E isso ressalta o (1). Não sabe o que é GuBRo-SP? Dá uma olhadinha aqui.
  • Cinco coisas que odeio na Net:
  1. Miguxês: Gente que fala axim já toma um banimento na cara por mim. Tudo bem que a Net exige eficiência, mas custa escrever corretamente para a gente não ser obrigado a decifrar o que está escrito?
  2. Jogos babacas no Orkut, ao menos fora de contexto: quero dizer, é legal você entrar no “Cólera do Dragão no Chuveiro” e participar do “Pergunte ao Shiryu”, mas essa praga tem que se disseminar para comunidades mais sérias?!
  3. Spam: se vocês conhecerem alguém que goste de spam, façam um favor a todos nós: internem esse cara!
  4. Fanboys de Windows que não sabem a menor diferença entre um software livre e um gratuíto. Vide site Baboo (sem link: eles não merecem). Quer ser fanboy, por mim tudo bem, mas ao menos saiba o que você está criticando!
  5. Gente mal-educada: gente, existe uma netiqueta para que, afinal de contas? A pior coisa que existe são os trolls. Trolls bons só no RPG e olhe lá!

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5 coisas que você não sabe sobre mim

Entrando de gaiato na Meme do pessoal da Blogosfera, resolvi colocar aqui cinco coisas sobre mim:

  1. Já fiz teatro, circo e estudei alemão;
  2. Meu primeiro contato com a informática foi aos 4 anos de idade, com um pré-histório MC-1000 (uma espécie de cruza bizarra entre Apple II e TRS-80).;

  3. Sou RPGista inveterado e traduzi materiais de RPG gratuítos da Internet, entre eles o sistema Fudge (aos interessados, o site é http://www.fudgebrasil.cjb.net );

  4. Cheguei a ser mandando para a diretoria quando certa vez uma professora me tomou um livro de informática que estava lendo. Nada demais, se não tivesse míseros 10 anos na época;

     

  5. Entre os gêneros musicais que mais gosto estão o New Age, Celta, Música de Raiz Brasileira (Tonico e Tinoco, Pena Branca e Xavantinho), Eletrônico, Synthpop, anos 80 e românticos anos 70;

    [Atualizando]: Dois fatos adicionais que senti que era relevante

    1. Jogo Xadrez e embora não me considere muito bom, já participei de torneios estaduais quando adolescente;
    2. Sou leitor voraz, sendo que meu hábito de leitura começou aos 9 anos de idade após ler “O Pequeno Príncipe“. Atualmente, me acho pelado se saio de casa sem um livro na mochila. O atual é “Crime e Castigo”;

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    Porquê minha opção pelo Software Livre (e de onde eu blogo)…

    Esse post está sendo redigido em uma semana na qual o software livre teve um ganho muito importante, mesmo que de maneira indireta: o formato OpenDocument (usado, entre outros, por OpenOffice.org/BROffice.org e KOffice), foi aprovado pela ISO/IEC, tornando-se o padrão ISO 26300 (fonte Wikipedia).
    Embora isso possa não querer dizer muita coisa (o caso do padrão OSI de redes serve de exemplo), é uma conquista para os defensores do software livre e dos padrões abertos. Recebido com frieza e até com hostilidade, o OpenDocument começa a se firmar como uma alternativa ao padrão de facto, o .doc da Microsoft.
    Para comemorar, a comunidade OpenOffice.org lançou a campanha Get Legal – Get OpenOffice.org, com um selo para ser inserido nos sites/blogs que apóiam o OpenOffice.org (ou chamado no Brasil de BROffice.org, por causa de uma marca registrada e de uma ameaça de processo contra a comunidade OpenOffice.org), estimulando as pessoas a baixarem o OpenOffice.org. Do site:

    De acordo com dados publicados pela Microsoft, 35% de todo software do mundo é potencialmente roubado ou de alguma outra forma ilegal.

    Esses dados são verdadeiros e creditáveis, e não existe motivação que justifique a pirataria. Mas o ponto mais interessante da jogada vem a seguir:

    Após anos de tolerância velada à pirataria como uma forma de garantir uma grande fatia de mercado, agora a Microsoft passou à ofensiva para grantir que todas as cópias de seu software são legais.”

    Isso é fato: a Microsoft se beneficiou muito com a pirataria do seu software. A longo prazo, ela utilizou a estratégia conhecida nos meios de marketing como “fidelização”: ao “oferecer” seu sistema de maneiras “facilitadas” (por que não foi adotada proteções anti-cópia desde o começo?), agora ela defende que a pirataria é ruim, chegando até mesmo, por meio de instituições de combate à pirataria, como a BSA da Inglaterra, oferecer recompensas por informações que levem a piratas, principalmente no mundo corporativo.
    Mas existe uma alternativa mais honesta, mesmo que não seja boazinha (ninguém disse que a Novell ou a Red Hat estão nessa pelos lindos olhos azuis de Linus Torvalds), que é o GNU/Linux e o software livre em geral.
    Cada vez mais o software livre desponta como uma alternativa viável, e não apenas como um plano de futuro ou como um brinquedo de geeks e maníacos por internet, ou como uma coisa para pequenas empresas. Na palestra que dei recentemente e sobre a qual falei nesse blog (disponível no Internet Archive para download) eu mostrei que existem grandes empresas e instituições se envolvendo com o software livre. Fico imaginando que Samuel Klein das Casas Bahias deve ter apoiado o uso de GNU/Linux na sua empresa não apenas por custos iniciais, mas pelo downsizing menor, por não estar atrelados a um fornecedor (se eles quiserem mandar a IBM às favas, sem problema… Existem outros fornecedores).
    Agora, tirando tudo isso, o que me levou ao Software Livre?

    1. Aprendo conforme desejo: eu vou usando as ferramentas que quero e indo com elas até eu decidir que está bom;
    2. O computador se adapta a mim, não eu a ele: tendo muitas opções de distros, Interfaces, navegadores, editores, leitores de email… eu sempre consigo achar uma que me agrade mais e que satisfaça as minhas necessidades. Por exemplo, uso EMACS, mas não porque ele seja “o melhor”, mas porque para mim, ele satisfaz minhas necessidades. Se meus amigos, por exemplo, preferirem o VI, não vou nem lamentar: free software também é free as in choice (livre como em liberdade de escolha);
    3. Programas Highlander: a verdade é que é muito difícil minar o software livre. Quem foi (como eu) no passado usuário do OS/2 da IBM sabe do que estou falando: o poder mercadológico da MS atropelou o OS/2, mais competente mas menos divulgado. As pessoas que fazem SL, e aqui não falo apenas de desenvolver os programas, mas também de criar documentação, apostilas, cursos, materiais, ferramentas, seminários, “evangelizar” novos usuários, etc… estão nesse jogo pelos mais diversos motivos: aprendizado, diletantismo, grana… cada um decide o seu motivo, mas todos colaboram;
    4. “A regra é clara!”: tomo a frase do Arnaldo César Coelho emprestada, pois, mesmo as empresas mais dispostas a “vampirizar” o software livre estão nessa às claras: é uma coisa de todos conhecerem quem é quem. Alguém supunha que a Red Hat poderia permanecer para sempre distribuindo CDs Acho que não. Porém, quando ela criou o Projeto Fedora, deu um espaço. Claro que ela se oxigena em seu Red Hat Entreprise através o Fedora, da mesma forma como no caso de SuSE/OpenSuSE, StarOffice/OpenOffice.org. Mas creia, todos estão cientes do risco;
    5. Desafio: algumas vezes, os desafios de implementar uma nova característica ou recurso no nosso ambiente de uso cotidiano (como instalar uma placa de Wireless, configurar uma impressora ou detectar uma câmera fotográfica digital) torna para mim tudo muito interessante, pois eu sei que estou crescendo como profissional de informática, melhorando minhas capacidades, me tornando mais preparado para o futuro.

    Bem, essas são as minhas motivações para usar Software Livre. E as suas, quais são?


    PS: De onde eu blogo…

    Aproveitando a campanha do pessoal, aqui vai o meu “ponto de blogagem” (existe essa palavra? :D )


    Especificações “técnicas”:

    • Local: Borda da Mata, MG, Brazil (Latitude: 22º 16′ 27″ S, Longitude: 46º 09′ 55″ O);
    • Quando: 07 de maio de 2006 (Domingo)
    • O que:

      • Processador: AMD Semprom 2800+ (2 GHz);
      • Memória: 1GB;
      • HD: 80 GB;
      • Vídeo: 32 MB Compartilhada (SIS 720);
      • Som: On board AC97 compatível;
      • Monitor: Samsung SyncMaster 551v;
      • Mouse: Genius NetScroll Optical (USB);
      • Wireless: DLink DWL-520+;
      • SOs: Dual-boot: Normalmente (99% do tempo) no Mandriva Linux 2006 Free;
      • Programas Úteis: OpenOffice.org, EMACS, XINE, MPD (Music Player Daemon), Mozilla Thunderbird, Mozilla Firefox, Yakuake, Superkaramba;
      • Extensões Úteis (Firefox): Performancing, Yoono toolbar, StumbleUpon, Fasterfox, Flashgot, Flashblock, AddBlock, Add Bookmark Here, CrashRecovery, DiggThis, FoxyTunes, LiveLines, MediaPlayerConectivity, SmoothWeel, TabMix Plus, Save Image in Folder, ReloadEvery;
    • Acessórios”: headset para o Skype (quando uso) ou para quando quero ouvir músicas em paz; porta-trecos com canetas de todos os tipos e outras cositas más; papéis e CDs de diversos tipos espalhados na mesa; fio para a antena de wireless;

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